Visão geral
O Cérebro da Conta organiza o trabalho do Maestro em departamentos — áreas da operação como atendimento, vendas, risco, financeiro e conhecimento. Cada departamento executa rotinas periódicas sobre as conversas e dados da conta e produz dois resultados principais: análise de risco (sinais de problema ou atenção) e insights (oportunidades e recomendações).
Cada departamento tem um nível de autonomia. Em níveis conservadores, ele apenas observa e sugere (somente leitura). Em níveis com aprovação humana, ele propõe ações que aguardam a sua confirmação antes de qualquer execução. Nada destrutivo ou definitivo é feito automaticamente sem essa aprovação.
Pré-requisitos
- Conta com o Maestro e o Cérebro da Conta habilitados.
- Permissão de administrador para criar/ajustar departamentos e autonomia.
- Recomendado: ter feito o onboarding (que já provisiona os departamentos básicos) e alimentado o corpus de conhecimento para análises mais ricas.
Passo a passo
- Abra o Cérebro da Conta e vá até a área de Departamentos.
- Confira os departamentos provisionados (ou crie/ative os que fizerem sentido).
- Defina o nível de autonomia de cada um (por exemplo, somente leitura ou com aprovação).
- Deixe as rotinas rodarem: o Maestro processa as conversas periodicamente.
- Acompanhe a análise de risco e o feed de insights geradas pelos departamentos.
- Quando houver propostas que exigem aprovação, revise e confirme (ou recuse) cada uma.
Configurações & opções
- Departamentos: áreas como atendimento, vendas, risco, financeiro e conhecimento.
- Autonomia por departamento: do mais conservador (observa e sugere) ao mais autônomo (executa o que foi aprovado). Comece conservador e evolua.
- Aprovação humana (HITL): propostas ficam aguardando sua decisão antes de serem executadas.
- Insights e risco: painéis que consolidam o que o Maestro encontrou, com referência à origem quando aplicável.
Casos de uso
- Identificar conversas em risco (insatisfação, atraso, churn) antes que virem problema.
- Descobrir oportunidades de venda e recomendações de próxima ação.
- Distribuir a inteligência por área, com o nível de automação adequado a cada uma.
- Padronizar a operação com rotinas que rodam sozinhas e reportam o que importa.
Dicas, limites e boas práticas
- Comece com autonomia conservadora (somente leitura ou com aprovação) e aumente com confiança.
- Quanto mais rico o corpus de conhecimento, mais precisos os riscos e insights.
- Os departamentos podem aparecer vazios no início — eles se populam após as rotinas rodarem.
- Revise periodicamente as propostas pendentes para o fluxo não acumular.
Solução de problemas
- Departamentos vazios: confirme que estão habilitados e aguarde as rotinas; verifique se o onboarding/provisionamento foi aplicado.
- Sem insights/risco: enriqueça o conhecimento e confirme que há conversas suficientes para análise.
- Propostas não executam: em níveis com aprovação, elas dependem da sua confirmação — revise os itens pendentes.