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Maestro IA & Cérebro da Conta

25 artigos Conversa Labs Por Conversa Labs

O que é o Maestro, onboarding por voz, copiloto generativo (propor→confirmar→executar), departamentos, riscos, insights e ferramentas por módulo.

O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta

Visão geral O Maestro IA é a camada de inteligência artificial da Conversa Labs. Ele atua como um copiloto para a sua equipe: sugere respostas, redige rascunhos de mensagens, executa ações nos seus módulos (CRM, Agenda, Catálogo e mais) e ajuda a operar a conta com mais velocidade — sempre sob a sua confirmação. O Cérebro da Conta (Cérebro Maestro) é a base de conhecimento e contexto da sua empresa dentro da plataforma. Pense nele como um "segundo cérebro" ou gêmeo digital: ele reúne documentos, objetivos, conceitos e relações do seu negócio em um modelo consultável e rastreável. A partir desse conhecimento, o Maestro produz respostas com referência à origem, organiza departamentos e gera análises e insights. A relação entre os dois é simples: o Cérebro é a fonte de verdade (o que a sua empresa é e sabe) e o Maestro IA é quem usa esse conhecimento para agir. Quanto mais rico o Cérebro, melhores as sugestões e ações do Maestro. Pré-requisitos - Conta Conversa Labs com o Maestro habilitado para o seu plano/conta. - O Cérebro da Conta é um recurso opcional — pode depender de habilitação específica para a sua conta. Se você não o encontra, fale com um administrador. - Permissão de administrador para configurar, provisionar e ajustar autonomia. - Para recursos de voz/ditado, um navegador atualizado com permissão de microfone. - Chaves de IA por conta (opcional): em Integrações você conecta as chaves dos provedores (OpenAI, Anthropic, Google, Groq, xAI, DeepSeek, OpenRouter, Cohere, ElevenLabs) que os robôs desta conta usam — a chave Cohere também mantém a base de conhecimento indexando como reserva. - Chave da Tavily (opcional): fica na mesma tela, mas não é provedora de chat — nenhum modelo roda nela e ela nunca aparece na cadeia de modelos do Robô. É ela que libera as ferramentas de busca na web e de leitura de página. Passo a passo 1. Acesse a área do Cérebro da Conta pela navegação da plataforma. 2. Faça o onboarding assistido (por voz ou texto) para que o Maestro entenda o seu negócio e provisione o básico — veja o artigo de onboarding por voz. 3. Alimente o corpus de conhecimento com documentos, objetivos e informações da operação. 4. Use o copiloto generativo nas conversas para sugerir respostas e propor ações. 5. Configure departamentos, autonomia e revise os insights e a análise de risco. Configurações & opções - Maestro por canal/inbox: é possível controlar onde o Maestro atua. - Ferramentas por módulo: você habilita quais ações o Maestro pode propor/executar (CRM, Agenda, Catálogo, etc.). - Autonomia: cada departamento pode operar em um nível de autonomia (por exemplo, somente leitura ou com aprovação humana) — nada destrutivo é feito sem confirmação. - Conhecimento (corpus): fontes que o Cérebro indexa para responder com referência à origem. - Idioma: por padrão o Robô fala o idioma da conta — veja a seção abaixo. Em que idioma o robô responde O idioma da conta é a base. É o idioma configurado em Configurações → Conta, o mesmo que define a língua do painel — e é nele que o Robô escreve por padrão, sem que você precise configurar nada. Duas coisas mudam isso: 1. O contato escreve em outro idioma. Se a pessoa escreve claramente em espanhol numa conta em português, o Robô responde em espanhol e continua acompanhando o contato enquanto ele usar aquela língua. Isso é automático e não depende de nenhum ajuste. 2. Você define um idioma fixo no Robô. No formulário do Robô, o campo Idioma vem como Automático (idioma da conta). Se você escolher um idioma específico, ele passa a valer para aquele Robô, mesmo que a conta esteja em outro idioma. A ordem, portanto, é: idioma escolhido no Robô → idioma da conta → o contato pode sobrepor pelo que escreve. O mesmo idioma vale para as demais superfícies: transcrição de áudios, leitura de imagens e documentos, resumo da conversa, sugestões do copiloto e as chamadas de voz. Todos os idiomas suportados pela plataforma estão disponíveis (não apenas português, inglês e espanhol). Casos de uso - Acelerar respostas no atendimento com sugestões baseadas no conhecimento da empresa. - Criar negócios no CRM, agendar compromissos e montar pedidos a partir da conversa. - Centralizar manuais, políticas e objetivos para que toda a operação responda de forma consistente. - Acompanhar riscos e oportunidades com insights gerados automaticamente. Dicas, limites e boas práticas - Comece pelo onboarding e pelo corpus: o Maestro só é tão bom quanto o conhecimento que recebe. - Mantenha o conhecimento atualizado — informações antigas geram sugestões desatualizadas. - Comece com autonomia conservadora (com aprovação) e aumente conforme a confiança. - O Maestro propõe; a equipe confirma. Use isso a seu favor para manter qualidade. Solução de problemas - Não vejo o Maestro/Cérebro: pode não estar habilitado para a sua conta ou perfil — fale com um administrador. - As sugestões parecem genéricas: enriqueça o corpus de conhecimento e refaça o onboarding. - Nada é executado: confirme se as ferramentas do módulo estão habilitadas e se você tem permissão. Veja também - Onboarding por voz e configuração assistida - Copiloto generativo: propor, confirmar e executar - Departamentos, análise de risco e insights - Ferramentas do Maestro por módulo - DeepSeek como provedor de modelo do Robô - Busca na web: o Robô pesquisando na internet pública

Onboarding por voz e configuração assistida

Visão geral O onboarding por voz é o assistente do Cérebro Maestro que configura sua conta a partir de uma conversa. Você descreve seu negócio — falando ou digitando — e o Maestro propõe uma estrutura inicial (como departamentos e ajustes básicos). Você revisa tudo e, ao confirmar, a estrutura é provisionada. O fluxo segue sempre três momentos: briefing (você conta sobre o negócio), revisão (você vê a proposta) e aplicação (você confirma e o Maestro provisiona). Nada é criado sem a sua revisão. Pré-requisitos - Conta com o Maestro habilitado e o Cérebro da Conta disponível. - Permissão de administrador para aplicar o provisionamento. - Para o ditado por voz: navegador atualizado com permissão de microfone. Se a voz não estiver disponível, você ainda pode fazer todo o onboarding por texto. Passo a passo 1. Abra a área do Cérebro da Conta e inicie a configuração assistida (onboarding). 2. No briefing, descreva o negócio: o que você faz, como atende, quais áreas/departamentos existem e quais são seus objetivos. Você pode ditar por voz ou digitar. 3. Deixe a conversa fluir: o assistente faz perguntas para entender melhor a operação. 4. Avance para a revisão: o Maestro mostra a proposta (por exemplo, departamentos sugeridos e configurações iniciais). 5. Ajuste o que quiser e clique em Aplicar para provisionar a estrutura na sua conta. 6. Após aplicar, siga conectando canais, alimentando o conhecimento e ativando módulos. Configurações & opções - Entrada por voz (ditado): fale em vez de digitar; útil para descrever o negócio rapidamente. - Entrada por texto: alternativa completa caso a voz não esteja disponível. - Revisão antes de aplicar: a proposta é sempre apresentada para a sua confirmação. - Provisionamento não destrutivo: o Maestro complementa o que falta sem sobrescrever o que já existe — agentes e configurações feitos à mão são preservados. Modelos prontos e geração por nicho O Studio traz modelos prontos de robôs verticais (e-commerce, clínica, imobiliária, restaurante, educação, jurídico, finanças, beleza, automotivo, logística, viagem, fitness, serviços profissionais e saúde) já no idioma da conta. Se o seu segmento não estiver na lista, descreva o nicho e o Maestro gera um preset sob medida no seu idioma — persona, instruções e ferramentas — que você aplica e ajusta como qualquer outro modelo. Casos de uso - Configurar rapidamente uma conta nova com a estrutura básica de departamentos. - Padronizar a abertura de novas operações com poucas perguntas guiadas. - Reaproveitar o assistente para revisar e completar a estrutura de uma conta já em uso. Dicas, limites e boas práticas - Quanto mais clara a descrição do negócio, melhores as sugestões. - Fale em frases curtas e objetivas no ditado por voz; revise o texto transcrito antes de avançar. - Revise sempre antes de aplicar — você pode ajustar tudo depois. - O onboarding é um ponto de partida: aprofunde cada módulo nas categorias desta Central. Solução de problemas - O assistente não abre: confirme se o Maestro está habilitado e se você tem permissão de administrador. - A voz/ditado não funciona: verifique a permissão de microfone no navegador; use a entrada por texto como alternativa. - A aplicação não provisionou nada: revise a proposta, verifique mensagens de erro no assistente e tente novamente. Se a conta já tem agentes/estrutura, o Maestro só complementa o que falta. Veja também - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta - Copiloto generativo: propor, confirmar e executar - Departamentos, análise de risco e insights

Copiloto generativo: propor, confirmar e executar

Visão geral O copiloto generativo é o Maestro trabalhando junto com você na conversa. Em vez de apenas sugerir texto livre, ele apresenta cartões de ação: um rascunho de mensagem pronto para enviar, ou uma ação em um módulo (criar um negócio no CRM, agendar um compromisso, montar um pedido do Catálogo). O princípio é sempre o mesmo: propor → confirmar → executar. O Maestro propõe a ação, você revisa e confirma, e só então ela é executada. Isso mantém você no controle: nada acontece sem a sua aprovação. Pré-requisitos - Conta com o Maestro habilitado. - As ferramentas por módulo que você quer usar (CRM, Agenda, Catálogo) precisam estar habilitadas — veja o artigo de ferramentas por módulo. - Permissão para atuar no módulo correspondente (por exemplo, criar negócios ou agendar). Passo a passo 1. Abra uma conversa e acione o copiloto do Maestro (a área de "perguntar ao Maestro"). 2. Peça o que precisa em linguagem natural — por exemplo, "responda confirmando o horário" ou "crie um negócio para este contato". 3. O Maestro propõe um ou mais cartões: - Rascunho de mensagem: você pode copiar ou enviar para o editor de resposta. - Ação de módulo: um cartão de CRM, Agenda ou Catálogo com os dados sugeridos. 4. Revise o conteúdo do cartão e ajuste o que for necessário. 5. Confirme para executar a ação (enviar a mensagem ou criar o registro). 6. Acompanhe o resultado no próprio cartão (em andamento, concluído ou com erro). Configurações & opções - Rascunhos de mensagem: sempre disponíveis; ajudam a redigir respostas com rapidez. - Ações de CRM/Agenda/Catálogo: aparecem conforme as ferramentas habilitadas para a conta. - Vínculo automático com a conversa: ações criadas pelo copiloto já ficam associadas à conversa atual (o negócio/compromisso nasce ligado ao contato certo). - Editor de resposta: rascunhos podem ir direto para o campo de resposta, respeitando o tipo do canal (texto simples ou formatado). Casos de uso - Responder mais rápido com um rascunho coerente com o histórico da conversa. - Transformar uma conversa em negócio no CRM sem sair da tela. - Agendar um compromisso a partir do pedido do cliente. - Montar um pedido com itens do Catálogo durante o atendimento. Dicas, limites e boas práticas - Seja específico no pedido: quanto mais claro o objetivo, melhor a proposta. - Sempre revise antes de confirmar — o copiloto sugere, mas a decisão é sua. - Só aparecem as ações cujas ferramentas estão habilitadas; se faltar alguma, habilite-a nas configurações do Maestro. - Use rascunhos como base e personalize o tom para o seu cliente. Solução de problemas - Não aparecem cartões de ação: confirme se as ferramentas do módulo estão habilitadas. - A ação não executa: verifique sua permissão no módulo e se há mensagem de erro no cartão. - O rascunho não vai para a resposta: confira se a conversa/canal está selecionado e tente novamente. Veja também - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta - Ferramentas do Maestro por módulo - Departamentos, análise de risco e insights

Departamentos, análise de risco e insights

Visão geral O Cérebro da Conta organiza o trabalho do Maestro em departamentos — áreas da operação como atendimento, vendas, risco, financeiro e conhecimento. Cada departamento executa rotinas periódicas sobre as conversas e dados da conta e produz dois resultados principais: análise de risco (sinais de problema ou atenção) e insights (oportunidades e recomendações). Cada departamento tem um nível de autonomia. Em níveis conservadores, ele apenas observa e sugere (somente leitura). Em níveis com aprovação humana, ele propõe ações que aguardam a sua confirmação antes de qualquer execução. Nada destrutivo ou definitivo é feito automaticamente sem essa aprovação. Pré-requisitos - Conta com o Maestro e o Cérebro da Conta habilitados. - Permissão de administrador para criar/ajustar departamentos e autonomia. - Recomendado: ter feito o onboarding (que já provisiona os departamentos básicos) e alimentado o corpus de conhecimento para análises mais ricas. Passo a passo 1. Abra o Cérebro da Conta e vá até a área de Departamentos. 2. Confira os departamentos provisionados (ou crie/ative os que fizerem sentido). 3. Defina o nível de autonomia de cada um (por exemplo, somente leitura ou com aprovação). 4. Deixe as rotinas rodarem: o Maestro processa as conversas periodicamente. 5. Acompanhe a análise de risco e o feed de insights geradas pelos departamentos. 6. Quando houver propostas que exigem aprovação, revise e confirme (ou recuse) cada uma. Configurações & opções - Departamentos: áreas como atendimento, vendas, risco, financeiro e conhecimento. - Autonomia por departamento: do mais conservador (observa e sugere) ao mais autônomo (executa o que foi aprovado). Comece conservador e evolua. - Aprovação humana (HITL): propostas ficam aguardando sua decisão antes de serem executadas. - Insights e risco: painéis que consolidam o que o Maestro encontrou, com referência à origem quando aplicável. Casos de uso - Identificar conversas em risco (insatisfação, atraso, churn) antes que virem problema. - Descobrir oportunidades de venda e recomendações de próxima ação. - Distribuir a inteligência por área, com o nível de automação adequado a cada uma. - Padronizar a operação com rotinas que rodam sozinhas e reportam o que importa. Dicas, limites e boas práticas - Comece com autonomia conservadora (somente leitura ou com aprovação) e aumente com confiança. - Quanto mais rico o corpus de conhecimento, mais precisos os riscos e insights. - Os departamentos podem aparecer vazios no início — eles se populam após as rotinas rodarem. - Revise periodicamente as propostas pendentes para o fluxo não acumular. Solução de problemas - Departamentos vazios: confirme que estão habilitados e aguarde as rotinas; verifique se o onboarding/provisionamento foi aplicado. - Sem insights/risco: enriqueça o conhecimento e confirme que há conversas suficientes para análise. - Propostas não executam: em níveis com aprovação, elas dependem da sua confirmação — revise os itens pendentes. - Todas as conversas com a mesma nota de risco: a nota é uma soma ponderada de seis sinais, e um sinal que a conta não produz entra como zero — do ponto de vista da conta, indistinguível de "medi e está tudo bem". Sem política de SLA e sem enriquecimento de sentimento, quatro dos seis somem, os dois que restam saturam em poucas horas, e toda conversa mais antiga que isso cai na mesma nota. O painel avisa quando isso acontece, dizendo quantos sinais têm dado e quantos assuntos empataram, e desempata a lista por tempo de espera. Para voltar a ordenar de verdade: aplique uma política de SLA, use prioridade nas conversas, ou ajuste as janelas de saturação ao ritmo real da operação. Veja também - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta - Onboarding por voz e configuração assistida - Ferramentas do Maestro por módulo

Ferramentas do Maestro por módulo e como habilitá-las

Visão geral As ferramentas são as ações que o Maestro pode propor e executar em cada módulo da plataforma. Por exemplo: redigir um rascunho de mensagem, criar um negócio no CRM, agendar um compromisso na Agenda ou montar um pedido do Catálogo. Você controla quais ferramentas estão habilitadas — assim o Maestro só oferece as ações que fazem sentido para a sua operação. Habilitar uma ferramenta tem dois efeitos: ela passa a aparecer como cartão de ação no copiloto generativo e fica disponível para os departamentos com a autonomia configurada. Ferramentas desabilitadas simplesmente não são propostas. Pré-requisitos - Conta com o Maestro habilitado. - Permissão de administrador para alterar a configuração de ferramentas e autonomia. - O módulo correspondente precisa estar ativo na conta (por exemplo, para ferramentas de CRM, o CRM precisa estar habilitado). Passo a passo 1. Acesse a área de configuração do Maestro / Cérebro da Conta. 2. Localize a lista de ferramentas por módulo (CRM, Agenda, Catálogo, mensagens e outros). 3. Habilite as ferramentas que a sua equipe deve usar e desabilite as que não se aplicam. 4. Se desejar, defina onde o Maestro atua (por canal/inbox). 5. Salve as alterações e teste no copiloto: peça uma ação e verifique se o cartão correspondente aparece. Configurações & opções - Ferramentas de mensagem: rascunhos e sugestões de resposta (geralmente sempre úteis). - Ferramentas de CRM: criar/atualizar negócios e registros relacionados ao contato. - Ferramentas de Empresas: consultar quem trabalha em cada empresa, visão 360°, vincular o contato a uma empresa e registrar relacionamentos entre pessoas e empresas. - Ferramentas de Agenda: propor e criar compromissos a partir da conversa. - Ferramentas de Catálogo: montar pedidos e sugerir itens durante o atendimento. - Ferramentas de Pedidos (Comércio): consultar o histórico de compras do contato e registrar vendas manuais no registro de pedidos. - Ferramentas de Campanhas: acompanhar status e métricas de entrega, listar destinatários e operar a campanha (pausar, retomar, cancelar, reenviar falhas). - Ferramentas de Flows: disparar um flow publicado na conversa, inspecionar sessões e destravar/cancelar execuções. - Ferramentas de Vendas: carteira do vendedor, ranking, metas, receita consolidada, simulador de comissão e atribuição/transferência (com aprovação humana). - Ferramentas de Engajamento: score do lead (frio/morno/quente) e a linha do tempo de eventos. - Ferramentas de Anúncios: contexto de anúncio da conversa (CTWA), leads, KPIs de investimento e conversões CAPI (ações que gastam verba exigem aprovação humana). - Ferramentas de busca na web: pesquisar na internet pública (web_search) e ler o texto de uma página por URL (web_fetch). Ficam na categoria Base de conhecimento da grade — são conhecimento de fora da conta, ao contrário das ferramentas de base de conhecimento, que leem o seu próprio material. São somente leitura, não enviam nada ao contato e dependem de uma chave da Tavily; sem a chave, o Maestro segue a conversa com o que já sabe. - Escopo por canal/inbox: controle em quais caixas de entrada o Maestro pode agir. - Autonomia (por departamento): define se as ferramentas só sugerem ou executam após aprovação — veja o artigo de departamentos. Casos de uso - Liberar apenas rascunhos de mensagem para um time que ainda está conhecendo o Maestro. - Habilitar ferramentas de CRM e Agenda para um time de vendas que cria negócios e agenda reuniões. - Restringir o Maestro a canais específicos enquanto você valida os resultados. Dicas, limites e boas práticas - Habilite o essencial primeiro: comece com poucas ferramentas e amplie conforme a adoção. - Evite habilitar um número excessivo de ferramentas de uma vez — há um limite técnico de ferramentas por agente. Se você atingir o limite, desabilite as que não usa para liberar espaço. - Combine ferramentas com a autonomia certa: ferramentas poderosas devem começar com aprovação humana. - Revise periodicamente a lista para refletir os módulos realmente em uso. Solução de problemas - Uma ação não aparece no copiloto: confirme se a ferramenta está habilitada e se o módulo está ativo. - Não consigo salvar a configuração / erro de limite: você pode ter ultrapassado o número máximo de ferramentas — desabilite algumas e tente novamente. - O Maestro não atua em um canal: verifique o escopo por canal/inbox. - A ação aparece mas não executa: confira sua permissão no módulo e o nível de autonomia. Veja também - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta - Copiloto generativo: propor, confirmar e executar - Departamentos, análise de risco e insights - Busca na web: o Robô pesquisando na internet pública

Modos de autonomia do Robô e aprovação humana (HITL)

Visão geral Autonomia define quanto o Robô (o Maestro atuando dentro da conversa) age por conta própria versus quando ele pede a confirmação de uma pessoa. Você escolhe o nível de confiança, e ele vale para a atuação do Robô no atendimento. São três modos: - Piloto automático — o Robô executa por conta própria, sem esperar aprovação. - Copiloto — o Robô propõe cartões (rascunho de mensagem ou ação de módulo); você revisa e envia. Nada sai sozinho. - Híbrido (Exigir aprovação / HITL) — o Robô age sozinho no dia a dia, exceto em ações sensíveis, que ficam paradas aguardando a sua aprovação. O princípio de segurança é direto: no Híbrido, nada sensível ou definitivo acontece sem aprovação; no Copiloto, nada é enviado sem você. Você decide quanto confiar. Existem análogos deste conceito em outras áreas da plataforma: os departamentos do Cérebro têm um nível de autonomia próprio (incluindo um tier "Perguntar antes"), e os Follow-ups têm aprovação de rascunho de IA. Os dois estão em "Veja também". Pré-requisitos - Maestro habilitado e um Robô/agente configurado no inbox. - Permissão de administrador para definir o modo de autonomia. - Um responsável (agente atribuído à conversa ou um time) para receber as notificações de aprovação. - As ferramentas por módulo que você quer que sejam propostas/parqueadas precisam estar habilitadas — veja o artigo de ferramentas. Passo a passo 1. Na configuração do Robô, escolha o modo de autonomia: Piloto automático, Copiloto ou Híbrido (Exigir aprovação). 2. Para mudar somente uma conversa, abra o painel lateral do Maestro, clique no card Modo de autonomia e escolha outro modo. O card informa Definido para esta conversa; use Usar padrão do Robô para remover a exceção. Somente administradores podem fazer essa alteração. 3. No Copiloto: o Robô propõe cartões (rascunho ou ação de módulo); você revisa e envia/confirma — nada sai sozinho (detalhes no artigo do copiloto generativo). 4. No Híbrido: em ações do dia a dia o Robô age; ao chegar uma ação sensível, ela é parqueada — o Robô publica uma nota privada que @menciona o responsável (dispara a notificação nativa) e cria um cartão de aprovação com um id de ação. 5. O responsável toca/clica no indicador Maestro do cabeçalho da conversa para abrir o painel; os atalhos ao lado permitem Pausar, Retomar ou Assumir o atendimento. Aprovações pendentes ficam visíveis no escudo numerado. No painel, escolha Aprovar ou Rejeitar. Ao Aprovar, a ação exata que estava parada é reexecutada; a nota registra quem aprovou. 6. No Piloto automático: o Robô executa por conta própria (ações sensíveis ainda ficam registradas na trilha de auditoria). 7. Acompanhe o resultado no cartão e na linha de atividade da conversa. Configurações & opções Os três modos de autonomia | Modo | Comportamento | |------|---------------| | Piloto automático | Executa sozinho; sem espera de aprovação. | | Copiloto | Propõe; a pessoa revisa e envia. Nada é enviado sem você. | | Híbrido (Exigir aprovação / HITL) | Executa sozinho, exceto ações sensíveis, que ficam parqueadas para aprovação. | O que conta como ação sensível no Híbrido (fica parqueado) - Atribuir a um time, executar uma macro, marcar a conversa como resolvida. - Escritas de CRM, Tarefas, Agenda (criar/editar/remarcar/cancelar compromisso) e Pagamentos. - Recuperação de comércio (cartão de recuperação ao cliente), cancelar uma cadência de follow-up, inscrever em grupo de distribuição e disparar uma rodada de colaboração. - Escritas em banco de dados, gerar vídeo, contratos (criar/enviar/lembrar) e delegar a um subagente quando essa delegação estiver marcada como sensível. O que o Robô faz livremente (mesmo no Híbrido) - Responder ao contato, adicionar etiquetas, notas internas, reações, gerar imagem, buscas na base de conhecimento e demais consultas somente leitura. Ação exclusivamente humana - Aprovar um rascunho de IA de Follow-up é sempre humano — o Robô nunca aprova o próprio rascunho. Isso vale em qualquer modo (veja o artigo de Follow-ups). O cartão e a nota de aprovação - A nota privada @menciona o responsável (ou o time) e referencia o id da ação, para acionar a notificação nativa da plataforma. - O cartão de aprovação fica no painel do Maestro da conversa, com Aprovar e Rejeitar. - A decisão fica registrada com quem aprovou — e, ao aprovar, a ação exata parqueada é reexecutada. Transferência para humano: status, prioridade e resumo Ao transferir uma conversa para um time humano, o Robô define o status (aberta, pendente, adiada ou resolvida) e a prioridade (nenhuma, baixa, média, alta ou urgente) da conversa. Cada um pode ser um valor fixo ou "Maestro decide": nesse modo o próprio Robô escolhe o valor mais adequado por conversa, no momento da transferência — um valor fixo sempre prevalece sobre a escolha do Robô. A nota de transferência enviada ao atendente inclui o motivo e um resumo da conversa (gerado na hora quando ainda não há um resumo acumulado), para a pessoa assumir com contexto. Assumido por humano (o Robô recua e volta sozinho) Quando uma pessoa responde na conversa (pelo painel ou pelo celular) ou pausa o Robô, ele recua naquela conversa — para de responder para não atropelar o atendimento humano. Isso vale só para aquela conversa; nas demais o Robô continua normalmente. Duas opções controlam o retorno: | Opção | O que faz | Padrão | |---|---|---| | Retomar automaticamente depois de um tempo | O Robô volta a assumir a conversa quando a janela abaixo passar sem nenhuma nova resposta humana. | Ligado | | Retomar após | O tempo ocioso antes do retorno: 1 hora, 4 horas, 12 horas, 24 horas, 48 horas, 1 semana ou Personalizado (você digita as horas). | 24 horas | - Com Retomar automaticamente desligado, o Robô fica pausado naquela conversa até uma pessoa devolvê-la a ele — não há retorno por tempo. - O relógio conta a partir da última mensagem humana: se a pessoa responder de novo, a janela recomeça. - O tempo mínimo aceito é de 1 minuto; valores menores são elevados a esse piso. - A configuração é por Robô (vale para todas as caixas em que ele atende). Onde o modo se aplica e o análogo por departamento - O modo configurado no Robô vale como padrão nas caixas em que ele atua. Uma conversa pode ter uma exceção persistente; a precedência é conversa → Robô. A mudança vale a partir do próximo turno, não interrompe uma resposta em andamento e não executa nem descarta aprovações já pendentes. - Os departamentos do Cérebro têm o seu próprio nível de autonomia (incluindo "Perguntar antes") — configuração à parte, detalhada no artigo de departamentos. Casos de uso - Time novo na IA: comece no Copiloto e revise tudo antes de enviar. - Operação com confiança e trilhos: Híbrido — respostas de rotina sozinhas, movimentos de dinheiro/dados aguardando aprovação. - Alto volume de baixo risco: Piloto automático para toques simples, ou Híbrido para a maioria dos casos. - Delegação sensível a subagente mantida sob aprovação no Híbrido. Dicas, limites e boas práticas - Evolua a confiança gradualmente: Copiloto → Híbrido → Piloto automático. - Garanta um responsável (agente atribuído ou time) para que os pedidos de aprovação não passem despercebidos. - Revise os pendentes com frequência para o fluxo não acumular. - Aprovar reexecuta a ação exata parqueada — confira os dados antes de aprovar; se algo mudou, rejeite e peça de novo. - Só ferramentas habilitadas são propostas; deixe as mais poderosas começando com aprovação. Solução de problemas - "A ação não executou": no Híbrido, uma ação sensível fica parada — aprove no painel do Maestro. - "Ninguém viu o pedido de aprovação": confira o responsável (agente atribuído/time) e as notificações da conta. - "O Robô agiu sozinho numa ação que eu queria revisar": ela não está na lista de sensíveis ou o modo é Piloto automático — mude para Híbrido. - "Não consigo aprovar um rascunho de IA de Follow-up pelo Robô": a aprovação de rascunho é humana por design — veja o artigo de Follow-ups. Veja também - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta - Copiloto generativo: propor, confirmar e executar - Departamentos, análise de risco e insights - Ferramentas do Maestro por módulo - IA com aprovação humana (human-in-the-loop) nos Follow-ups

O Robô preenche e corrige dados do Contato e da Empresa na conversa

Visão geral Durante um atendimento a pessoa costuma corrigir e completar os próprios dados: "na verdade meu e-mail é outro", "anota meu CNPJ para a nota fiscal", "mudei para Niterói". Antes, o Robô conseguia ler o perfil inteiro e não podia corrigir nada — alguém precisava reler a conversa depois e redigitar no cadastro. Agora o Robô escreve esses dados enquanto conversa. São seis capacidades: três para o Contato e três para a Empresa. | O que o Robô preenche | Onde | |---|---| | Nome, e-mail, telefone, identificador externo e país | Contato | | CPF/CNPJ (identidade fiscal) e tipo de pessoa | Contato | | Endereço principal ou endereço de cobrança | Contato | | Razão social, site, domínio, setor, porte, estágio comercial, e-mail, telefone, fuso e descrição | Empresa | | CNPJ e razão social (identidade fiscal) | Empresa | | Endereço da empresa | Empresa | Três garantias sustentam isso: o Robô só registra o que a pessoa acabou de informar, o contato é sempre o desta conversa (ele não consegue escrever no cadastro de outra pessoa), e toda escrita bem-sucedida deixa uma nota de auditoria na conversa. Pré-requisitos - Maestro habilitado e um Robô configurado no inbox. - Nível de autonomia definido no Robô — ele decide se a escrita executa direto ou fica aguardando aprovação (veja "Configurações & opções"). - As três capacidades de Contato são internas: já vêm ligadas em todo Robô e por isso não aparecem na lista de ferramentas para marcar. - As três de Empresa são ferramentas normais e precisam estar marcadas na configuração do Robô: crm_org_update, crm_org_set_fiscal e crm_org_set_address. - Marque também crm_list_organizations: é por ela que o Robô descobre qual empresa atualizar. Sem essa consulta, ele não tem como identificar o registro e não escreve nada. - O módulo Empresas precisa estar disponível na conta. Passo a passo 1. Abra a configuração do Robô e confirme o modo de autonomia. 2. Na lista de ferramentas, marque as de Empresa (crm_org_update, crm_org_set_fiscal, crm_org_set_address) e a consulta crm_list_organizations. As de Contato já estão ativas. 3. Salve e atenda normalmente. Quando a pessoa informar um dado — "pode anotar meu CPF:…" —, o Robô registra no cadastro. 4. No modo Híbrido (Exigir aprovação), a escrita fica parada e vira um cartão de aprovação no painel do Maestro, com uma nota privada mencionando o responsável. Abra e escolha Aprovar ou Rejeitar. No Piloto automático, ela executa direto. 5. Confira o resultado no perfil do contato (ou na ficha da empresa) e a nota de auditoria registrada na conversa. Configurações & opções Campos do Contato | Campo | Formato esperado | |---|---| | Nome | Texto | | E-mail | Endereço de e-mail | | Telefone | E.164, com código do país (ex.: +5521999999999) | | Identificador | O id externo dessa pessoa no seu sistema | | País | ISO-3166 alfa-2 (ex.: BR) | | CPF/CNPJ | Os dígitos como a pessoa informou; o tipo (cpf/cnpj) pode ser deduzido | | Tipo de pessoa | Física ou jurídica | | Endereço | Rua, número, complemento, bairro, cidade, UF, CEP e país | | Endereço de cobrança | Os mesmos campos, gravados separadamente do endereço principal | O Robô escolhe entre endereço principal e endereço de cobrança conforme o contexto da conversa. Se a pessoa disser explicitamente que é o endereço da nota fiscal, diga isso na conversa — é o que orienta a escolha. Campos da Empresa | Campo | Observação | |---|---| | Nome fantasia | Nome comercial | | Razão social | Nome registrado | | Domínio / Site | acme.com / URL completa | | Setor | Segmento de atuação | | Porte | Faixa de funcionários (ex.: 11-50) | | Estágio comercial | Ex.: lead, cliente | | E-mail e telefone | Telefone em E.164 | | Fuso horário | Padrão IANA (ex.: America/Sao_Paulo) | | Descrição | Texto curto sobre a empresa | | CNPJ e razão social | Identidade fiscal, para faturar ou colocar em contrato | | Endereço | Rua, número, complemento, bairro, cidade, UF, CEP e país | Autonomia: não existe chave nova As seis capacidades entram como ações sensíveis — exatamente o mesmo tratamento das escritas de CRM, Agenda e Pagamentos. Ou seja: | Modo do Robô | O que acontece com a escrita | |---|---| | Piloto automático | Executa direto. | | Híbrido (Exigir aprovação) | Fica parada aguardando aprovação humana, no mesmo painel de sempre. | | Copiloto | Nada sai sem você revisar. | Não há um interruptor separado só para dados de contato: quem governa é o nível de autonomia do Robô. Casos de uso - Emitir nota fiscal: o cliente passa o CNPJ e o endereço no meio da conversa; o cadastro já sai pronto para o faturamento. - Fechar contrato: razão social e CNPJ da empresa registrados na hora, sem alguém redigitar do histórico depois. - Cobrança: e-mail e telefone corrigidos no momento em que a pessoa avisa que mudaram — o link de pagamento passa a chegar no lugar certo. - Entrega: endereço de cobrança separado do endereço principal. - Qualificação B2B: setor, porte e estágio comercial da empresa preenchidos a partir do que o contato conta, alimentando segmentos e relatórios. Dicas, limites e boas práticas - Documento já salvo volta mascarado — e o Robô se recusa a regravá-lo. Um CPF/CNPJ armazenado é devolvido na leitura como ***. Se o Robô tentasse "confirmar" esse valor mascarado, ele sobrescreveria o documento real por uma máscara. Por isso ele recusa e pede que a pessoa informe o documento. O Robô só grava documento que acabou de ouvir na conversa. - Endereço parcial é mesclado, nunca substituído. Se a pessoa disser só a cidade, o CEP e a rua que já estavam salvos continuam lá. O mesmo vale para qualquer campo: o que não foi dito mantém o valor guardado. Uma resposta incompleta não apaga cadastro. - O contato é sempre o desta conversa. O Robô não aceita apontar para o cadastro de outra pessoa — é assim que o documento de um cliente deixaria de cair na ficha de outro. - A empresa, sim, é identificada por busca. Se a conta tiver duas empresas de nome parecido, peça ao contato o nome completo ou o CNPJ antes de mandar atualizar — a escrita é feita no registro que o Robô encontrou. - A nota de auditoria só aparece quando a ação deu certo. Se a escrita falhou, não existe nota afirmando que foi feita. - Comece no Híbrido. Dado de identidade é sensível: revise algumas aprovações antes de migrar para o Piloto automático. Solução de problemas - "O Robô disse que anotou, mas o campo não mudou": o modo é Híbrido e a ação está parqueada. Abra o painel do Maestro na conversa e aprove. - "O documento não foi gravado": o valor enviado estava mascarado (foi lido do cadastro, não informado pela pessoa). Peça o documento na conversa e registre de novo. - "O Robô não atualiza a empresa": as ferramentas de Empresa não estão marcadas na configuração do Robô, ou falta a consulta crm_list_organizations para localizar o registro. - "O endereço ficou incompleto": o Robô grava só o que foi dito. Peça as partes que faltam — elas serão somadas ao que já existe, sem apagar nada. - "Atualizou a empresa errada": havia mais de um registro com nome parecido. Corrija na ficha da empresa e, da próxima vez, confirme o nome completo ou o CNPJ antes. - "Quero que ele pare de mexer no cadastro": use Copiloto (nada sai sem você) ou desmarque as ferramentas de Empresa. As de Contato seguem o nível de autonomia do Robô. Veja também - Modos de autonomia do Robô e aprovação humana (HITL) - Ferramentas do Maestro por módulo - Verificação do que o Robô afirma antes de enviar - Dados fiscais e endereço do contato (CPF/CNPJ, cobrança) - Empresas (companies) e vínculo com contatos

Verificação do que o Robô afirma antes de enviar

Visão geral Um problema clássico de atendimento com IA é o Robô dizer que fez algo que não foi feito: "já agendei para amanhã às 14h", quando a agenda recusou o horário — ou quando a agenda nem chegou a ser acionada. O cliente sai da conversa confiando em algo que não existe, e a equipe só descobre depois, quando o cliente aparece na porta. A plataforma passou a fazer uma conferência final antes de entregar a resposta. Funciona assim: 1. O Robô monta a resposta. 2. Antes do envio, a plataforma compara o que a resposta afirma com o que aquele turno realmente executou (quais ações foram acionadas e se deram certo). 3. Se a resposta afirma um resultado que não se sustenta, aquela afirmação é removida e substituída por uma linha neutra, dizendo que vai confirmar e retornar. 4. O restante da mensagem é preservado — a conversa continua normalmente. Junto com isso, mudaram mais duas coisas: - Falhas de ações internas viram nota privada na conversa, para a equipe ver o que quebrou. - Os filtros de conteúdo do Robô valem para todas as saídas — texto, áudio e botões — e não só para a mensagem escrita. Leia a seção de limites antes de contar isso para o time. Isto não transforma o Robô em infalível. Ele continua podendo errar; o que a plataforma faz é tirar do ar a afirmação que não se sustenta. Pré-requisitos - Maestro habilitado e um Robô configurado no inbox que atende a conversa. - As ferramentas por módulo que o Robô usa (agenda, tarefas, pagamentos, catálogo, cadastro…) precisam estar habilitadas — é o resultado delas que serve de referência para a conferência. - Permissão de administrador para revisar a configuração do Robô e os filtros de conteúdo. - Um responsável pela conversa (agente atribuído ou time) para receber e tratar a nota privada. - Não há chave para ligar: a conferência é automática e roda em toda resposta do Robô. Passo a passo A conferência acontece sozinha. O passo a passo abaixo é para você observar e validar que está funcionando na sua operação. 1. Abra uma conversa atendida pelo Robô que envolva uma ação concreta (agendar, cobrar, criar tarefa, registrar pedido). 2. Leia a mensagem entregue ao cliente. Se o Robô tentou afirmar um resultado que não aconteceu, você verá no lugar dela uma linha dizendo que vai confirmar e retornar — em vez do "já fiz". 3. Abra as notas privadas da conversa. Falhas de ações internas ficam registradas ali, com a indicação do que não deu certo. 4. Trate a causa. Normalmente é uma destas: ferramenta desabilitada, credencial/integração fora do ar, dado obrigatório faltando (horário, valor, documento) ou regra do módulo bloqueando a operação. 5. Refaça a ação manualmente, se o cliente estiver esperando, e responda confirmando. 6. Se o padrão se repetir no mesmo ponto, ajuste as instruções do Robô ou habilite/corrija a ferramenta correspondente. Configurações & opções | O que | Onde fica | Observação | |---|---|---| | Conferência da resposta | Automática | Sempre ativa, em toda resposta do Robô. Não precisa configurar | | Linha substituta | Automática | Texto neutro de "vou confirmar e retorno", no lugar da afirmação removida | | Nota privada de falha | Notas privadas da conversa | Nunca é entregue ao cliente | | Filtros de conteúdo do Robô | Configuração do Robô | Agora valem para texto, áudio e botões | | Modo de autonomia | Configuração do Robô | Complementar: define o que precisa de aprovação humana antes de acontecer | Sobre a nota privada: ela é interna por natureza. O cliente não vê nota privada em nenhum canal — nem no WhatsApp, nem por e-mail, nem no chat do site. Ela aparece só para a sua equipe, na conversa. Sobre os filtros de conteúdo: se você configurou o Robô para evitar certos termos, promessas ou formatos, essa regra agora é aplicada também na resposta em áudio e nas opções de botão/lista. Antes, uma opção de botão podia escapar do filtro que valia para o texto. Casos de uso - Agenda: o Robô tenta marcar, o horário já foi ocupado, a resposta afirmaria "agendado". A afirmação sai, entra a linha de confirmação, e a equipe recebe a nota privada para reagendar. - Pagamento: a cobrança não foi gerada por falta de dado fiscal. O cliente não recebe um "link enviado" que nunca chegou; recebe um aviso de que a confirmação vem em seguida. - Tarefa/atendimento humano: o Robô diria "encaminhei para um especialista", mas o encaminhamento falhou. Sem a conferência, ninguém saberia — com ela, sobra rastro na conversa. - Catálogo/pedido: o item não pôde ser adicionado. Melhor um "vou confirmar" do que um pedido fantasma. - Auditoria: revisando conversas, as notas privadas de falha mostram onde a automação está quebrando com mais frequência. Dicas, limites e boas práticas Esta é a parte mais importante do artigo. Combine expectativa com a equipe usando exatamente estes termos — prometer mais do que a plataforma entrega destrói a confiança na primeira exceção. A conferência reconhece as formas mais comuns de afirmação, não todas. Ela identifica os jeitos usuais de dizer "já fiz" — "agendei", "criei", "registrei", "enviei", "cancelei" e variações próximas. Uma frase escrita de um jeito incomum, indireta, muito longa ou com rodeio pode passar. Ela não impede o Robô de errar. A conferência não corrige raciocínio, não valida informação do mundo real e não garante que a resposta esteja certa. Ela faz uma coisa só: remove a afirmação de resultado que não se sustenta no que aquele turno executou. Não descreva isso como "o Robô não consegue mais inventar". Não é verdade. Continua sendo possível o Robô afirmar algo incorreto e a frase passar. Descreva como: "a plataforma remove as afirmações mais comuns de ação concluída quando a ação não aconteceu". Outros limites, igualmente honestos: - A conferência olha o turno atual. Uma afirmação feita numa resposta anterior não é revisada depois. - A referência é o que as ferramentas do turno fizeram — não o estado geral do sistema. Se a ação aconteceu por outro caminho (um agente fez à mão no mesmo momento, ou um processo demorado só concluiu depois), o Robô ainda pode ser corrigido "sem necessidade". - A remoção é cirúrgica: sai a afirmação, entra a linha neutra. O texto resultante pode ficar com um tom levemente seco — é preferível a uma promessa falsa. - A nota privada não substitui monitoramento. Ela é um rastro na conversa, não um painel de alertas. - Filtro de conteúdo e conferência são coisas diferentes: filtro cuida do que não pode ser dito; a conferência cuida do que não pode ser afirmado como feito. Boas práticas: - Trate a nota privada como fila de trabalho: falha registrada é cliente esperando. - Habilite de fato as ferramentas que o Robô precisa usar. Ferramenta desabilitada gera exatamente o cenário que a conferência corrige — e frustra o cliente do mesmo jeito. - Em ações sensíveis (dinheiro, cancelamento, dado cadastral), combine com aprovação humana. A conferência é a última rede; a aprovação evita o problema antes. - Revise semanalmente as notas privadas de falha para achar o ponto que mais quebra. Solução de problemas - "O cliente recebeu 'vou confirmar e retorno', mas a ação funcionou": a ação provavelmente concluiu fora do turno (mais devagar, ou por outro caminho). Confirme no módulo correspondente e responda ao cliente; não é preciso desfazer nada. - "O Robô afirmou algo que não aconteceu e a frase passou": é um limite conhecido — o jeito de escrever fugiu das formas reconhecidas. Guarde o trecho, ajuste as instruções do Robô para ser mais direto nesse ponto e, se possível, transforme aquela etapa em ação com aprovação. - "O cliente viu uma observação interna": nota privada não é entregue em nenhum canal. Se o cliente recebeu o texto, ele foi enviado como mensagem normal, não como nota — revise quem respondeu e como. - "O áudio disse algo diferente do texto": os filtros agora cobrem também o áudio. Se você encontrar uma diferença, registre o exemplo e revise as instruções e os filtros do Robô. - "Apareceu uma opção de botão que eu havia proibido": os filtros passaram a valer para botões/listas. Confirme se o termo está mesmo na configuração de filtros do Robô, e não só na instrução escrita. - "Não encontro a nota privada": confirme que está olhando a conversa certa e que seu perfil enxerga as notas internas daquele inbox. Veja também - Verificação de turno e retenção da resposta - Gatilhos de automação sobre a IA (Maestro) - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta - Modos de autonomia do Robô e aprovação humana (HITL) - Ferramentas do Maestro por módulo - Copiloto generativo: propor, confirmar e executar - Responder, notas privadas e menções a colegas

Verificação de turno e retenção da resposta

Visão geral Entre o momento em que o Robô termina de escrever e o momento em que o contato recebe a mensagem, existe agora um ponto de conferência. Ele roda em toda entrega — texto, áudio e também as ferramentas que falam direto com o contato — e faz duas coisas: 1. Confere a superfície da resposta. Marcação interna vazada, termos proibidos e dados pessoais bloqueados na configuração, idioma trocado, campo de modelo não preenchido ({contato.nome}, [NOME]), link/telefone/preço que não aparece em lugar nenhum do que a conta cadastrou nem do que aquele turno consultou, repetição quase idêntica da mensagem anterior e tamanho fora do teto. 2. Reconcilia o que a resposta afirma com o que o turno executou. Se a mensagem diz "já agendei" e a ferramenta de agenda não rodou — ou rodou e falhou —, a afirmação não se sustenta. Quando algo é pego, a plataforma tem uma escada de reações, da mais leve para a mais pesada: | Reação | O que acontece | |---|---| | Remover o trecho fabricado | Sai só o link/telefone/preço que não se sustenta; o resto da frase fica. | | Apagar a frase | A afirmação sem lastro é apagada e entra uma linha neutra dizendo que vai confirmar e retornar. É deleção, não reescrita. | | Refazer uma vez | O Robô refaz o turno com a correção apontada. Limitado a uma refação por turno. | | Reter | A resposta não sai. Fica esperando uma pessoa aprovar. É a opção que você liga em "Retenção da resposta" (abaixo). | | Bloquear | Nada sai (por exemplo, um humano assumiu a conversa no meio do turno, ou a mensagem seria uma duplicata exata). | Leia a seção de limites antes de apresentar isso ao time. Esta camada não torna o Robô incapaz de errar. Ela remove as formas mais comuns de "já fiz" quando o "fiz" não aconteceu — e há jeitos de escrever que passam por ela. Pré-requisitos - Maestro habilitado e um Robô configurado no inbox. - As ferramentas por módulo que o Robô usa habilitadas — é a execução delas que serve de prova para a reconciliação. Sem execução, não há com o que comparar. - Cadastro da conta em dia (produtos, preços, domínios, times). É o que permite reconhecer um link ou preço fabricado; o que não está cadastrado tende a ser tratado como fabricado. - Permissão de administrador para alterar a política de retenção do Robô. - Para reter: alguém de plantão para aprovar. Sem fila sendo olhada, reter é o mesmo que não responder. Passo a passo A conferência é automática e não tem chave de liga/desliga. O que você configura é a retenção. 1. Abra a configuração do Robô (agente do Maestro) usado pelo inbox. 2. Localize "Reter a resposta para aprovação humana". 3. Escolha uma das três opções (detalhadas na próxima seção). O padrão é Entregar sempre. 4. Ao sair de "Entregar sempre", a tela mostra um aviso em destaque: enquanto a resposta está retida, o contato espera. Leia antes de salvar — esse é o custo real da opção. 5. Salve. 6. Para acompanhar: uma resposta retida gera nota privada na conversa e entra na fila de aprovação do painel do Maestro, junto com as demais aprovações. 7. Ao revisar, você pode aprovar (a resposta sai exatamente como estava), editar e enviar (sai a sua versão) ou rejeitar (nada é enviado; opcionalmente a conversa é transferida para um humano). Configurações & opções As três opções de retenção | Opção | O que acontece | Custo honesto | |---|---|---| | Entregar sempre (padrão) | A resposta vai direto para o contato. A conferência continua acontecendo e continua corrigindo o texto — só não segura nada. | Nenhum. Ninguém espera. | | Reter quando a resposta afirmar algo que o turno não executou | Só as respostas com alegação sem lastro ficam paradas. O resto é entregue na hora. | O contato espera exatamente nos casos que importam — que são também os casos em que a resposta estaria errada. | | Reter toda resposta para aprovação humana | Toda resposta espera uma pessoa, inclusive "olá, como posso ajudar?". | O contato espera em todas as mensagens. Na prática, é atendimento humano com rascunho de IA. | O que "reter" significa, sem eufemismo: a mensagem não existe em canal nenhum enquanto está retida. O contato não vê "digitando", não recebe aviso, não recebe nada — ele vê silêncio até alguém aprovar. Se a retenção acontecer às 19h e a fila só for olhada às 9h da manhã seguinte, o contato esperou a noite inteira. Por isso o padrão é Entregar sempre, e por isso o aviso aparece na tela assim que você muda a opção. Ligue retenção quando: - houver alguém de plantão olhando a fila de aprovação no horário em que o Robô atende; e - o custo de uma afirmação errada for maior que o custo da demora (dinheiro, saúde, jurídico, compromisso de agenda). Se você não tem plantão, a combinação mais equilibrada costuma ser Entregar sempre + o gatilho de automação Resposta alegou uma ação que não foi executada avisando um supervisor. O contato não espera, e alguém corre atrás do estrago em minutos. O que a conferência devolve à conversa - A mensagem entregue já vem corrigida (frase apagada, trecho fabricado removido). - Falhas internas viram nota privada — nunca chegam ao contato. - Os gatilhos de automação sobre a IA permitem reagir sozinho (etiquetar, atribuir, avisar). Veja o artigo em "Veja também". Casos de uso - Clínica / prestador com agenda cheia: "Reter quando a resposta afirmar algo que o turno não fez", com recepção olhando a fila no horário comercial. O paciente nunca recebe um horário que não existe; nas outras mensagens, a resposta é imediata. - Cobrança e link de pagamento: mesma opção. Link de pagamento afirmado e não gerado é o tipo de erro que gera chamado, não venda. - Operação 24h sem plantão noturno: Entregar sempre. Reter à noite não protege ninguém — transforma um erro raro em silêncio garantido. - Robô novo, primeira semana em produção: alguns times ligam Reter toda resposta por poucos dias, com uma pessoa dedicada, só para calibrar tom e instruções. É caro e não escala; sirva-se dele como período de teste, não como configuração permanente. - Conta com muito conteúdo de marca (links, preços): mantenha o cadastro atualizado antes de ligar retenção, senão você vai aprovar manualmente respostas corretas cujo link legítimo não estava cadastrado. Dicas, limites e boas práticas Esta é a seção mais importante do artigo. Use estas palavras com a equipe — prometer mais do que a plataforma entrega custa mais caro do que a lacuna que a promessa esconderia. Não descreva isso como "a IA não consegue mais alucinar". É falso. O Robô continua podendo afirmar coisa errada, e continua podendo fazê-lo de um jeito que passa pela conferência. A reconciliação é léxica. Ela reconhece formas de escrita, não sentido. Os padrões cobrem o jeito direto e em primeira pessoa de dizer que algo foi feito ("já agendei", "está agendado", "registrei", "enviei o link") em português, inglês e espanhol. Paráfrase escapa. Uma frase indireta, com rodeio, muito longa, em voz passiva ou escrita de um jeito incomum passa pela reconciliação — inclusive quando afirma exatamente a mesma coisa. Isso é uma escolha de projeto, não um bug a ser corrigido depois: o limite de falso positivo é duro. Frases no futuro e perguntas ("posso agendar para amanhã?", "vou verificar e te confirmo") nunca disparam alegação, porque apagar essas frases quebraria conversas legítimas o tempo todo. O preço dessa segurança é justamente o recall menor. Outros limites, igualmente honestos: - Sete famílias de alegação são reconhecidas: agendamento, registro criado, documento enviado, link de pagamento, transferência para humano, preço informado e follow-up prometido. Fora dessas sete, não há reconciliação nenhuma. - A referência é o turno atual, não o estado do sistema. Se a ação aconteceu por outro caminho (um agente fez à mão no mesmo instante, ou um processo lento concluiu depois), a resposta pode ser corrigida "sem necessidade". - Apagar a frase não é reescrever. O texto que sobra pode ficar seco. É preferível a uma promessa falsa, mas não espere elegância. - Link e preço fabricados dependem do que a conta tem cadastrado. Um domínio legítimo que não está no cadastro pode ser removido por engano até você cadastrá-lo — é falso positivo esperado, e a correção é cadastrar. - A conferência não valida fato do mundo real. Ela não checa se a informação está certa, se o raciocínio faz sentido ou se a política que o Robô citou existe. Ela verifica uma coisa só: se a resposta afirma um resultado que aquele turno não sustenta. - Retenção não conserta o que escapou. Se a alegação foi escrita de um jeito que a reconciliação não reconhece, a opção "Reter quando a resposta afirmar algo que o turno não executou" não retém nada — a resposta sai normalmente. Quem quer barreira total precisa de "Reter toda resposta", com o custo que ela tem. - Refazer é limitado a uma vez por turno. Um turno que já foi corrigido e falha de novo é suavizado ou retido, não refeito indefinidamente. Boas práticas: - Trate as notas privadas de falha como fila de trabalho: falha registrada é contato esperando. - Habilite de verdade as ferramentas que o Robô precisa. Ferramenta desabilitada produz exatamente o cenário que a conferência corrige — e frustra o contato do mesmo jeito. - Em ações sensíveis, prefira aprovação humana da ação (autonomia híbrida) em vez de retenção da resposta — sai mais barato, porque evita o problema antes de o texto existir. - Reveja semanalmente onde a conferência mais atua. Repetição no mesmo ponto quase sempre significa instrução ambígua ou integração quebrada, não "IA ruim". Solução de problemas - "O contato recebeu 'vou confirmar e retorno', mas a ação funcionou": a ação provavelmente concluiu fora do turno. Confirme no módulo e responda ao contato; não é preciso desfazer nada. - "O Robô afirmou algo que não aconteceu e passou": limite conhecido — a forma de escrever fugiu dos padrões reconhecidos. Guarde o trecho, deixe as instruções do Robô mais diretas nesse ponto e, se o risco for alto, transforme aquela etapa em ação com aprovação humana. - "Liguei a retenção e o contato ficou sem resposta": é o comportamento documentado. Enquanto retida, a resposta não sai. Verifique a fila de aprovação; se ninguém a acompanha no horário, volte para Entregar sempre. - "A resposta ficou cortada/seca": a frase ofensora foi apagada. Se acontece com frequência no mesmo assunto, ajuste as instruções para o Robô não prometer resultado antes de executar. - "Um link legítimo nosso sumiu da mensagem": o domínio não está no cadastro da conta. Cadastre-o e o problema para. - "O Robô respondeu no idioma errado e a mensagem não saiu": a conferência trata idioma trocado como problema de superfície. Fixe o idioma na configuração do Robô se a sua operação é monolíngue. - "Onde vejo o que foi retido?": na conversa, pela nota privada, e na fila de aprovação do painel do Maestro — o mesmo lugar das demais aprovações. Veja também - Verificação do que o Robô afirma antes de enviar - Gatilhos de automação sobre a IA (Maestro) - Modos de autonomia do Robô e aprovação humana (HITL) - Ferramentas do Maestro por módulo - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta

Robô silencioso: trabalhar sem falar com o contato

Visão geral O modo de interação responde a uma pergunta só: este Robô fala com o contato? São dois modos: - Fala com o contato (padrão) — o Robô atende normalmente: lê, raciocina, usa as ferramentas e responde ao contato pelo canal. - Silencioso — o Robô não envia nada ao contato. Ele continua lendo a conversa, raciocinando e usando as ferramentas que você habilitou, mas tudo o que ele produz vira nota privada para a equipe. Quem responde ao cliente é uma pessoa. Não confunda com autonomia. Autonomia é quanto o Robô decide sozinho. Modo de interação é se o que ele produz chega ao contato. São duas decisões independentes: um Robô pode ser silencioso e mesmo assim ter piloto automático para agir nos bastidores. O silencioso não é "um Robô com menos vontade de falar" — ele é estruturalmente incapaz de enviar. As ferramentas que falam com o contato nem são entregues ao modelo, e, se o modelo inventar o nome de uma delas, a execução é recusada. A trava existe nos dois lugares de propósito: uma trava que só o modelo respeita não é uma trava. Pré-requisitos - Maestro habilitado e um Robô configurado. - Permissão de administrador para alterar a configuração do Robô. - Uma equipe humana atendendo a caixa — no silencioso, ninguém responde ao contato até uma pessoa responder. Passo a passo 1. Abra a configuração do Robô. 2. Vá até Modo de interação (logo abaixo de Autonomia). 3. Escolha Silencioso — só notas privadas. 4. Leia o aviso que aparece: ele descreve exatamente o que deixa de acontecer. 5. Salve. A partir daí, naquele Robô, nada mais sai para o contato. Para voltar atrás, escolha Fala com o contato e salve — o Robô volta a atender no mesmo instante, sem perder nenhuma outra configuração. Configurações & opções | Modo | O que o contato recebe | Onde a saída do Robô aparece | |------|------------------------|------------------------------| | Fala com o contato (padrão) | As respostas do Robô, pelo canal | Na conversa, como mensagem | | Silencioso | Nada | Como nota privada para a equipe | O que continua funcionando no silencioso - Leitura da conversa, resumo e memória. - Ferramentas internas: consultar CRM, agenda, catálogo, base de conhecimento, banco de dados, buscar na web, etiquetar, criar tarefa, registrar atributos do contato. - Notas privadas — é por elas que o trabalho do Robô chega à equipe. - Autonomia e aprovação humana continuam valendo para as ações que ele executa. O que deixa de acontecer - Nenhuma mensagem para o contato, em nenhum canal. - Sem indicador de "digitando…" — anunciar digitação prometeria uma mensagem que comprovadamente não vai chegar. - Sem marcar como lida. Este é o ponto em que o silencioso é mais rigoroso que o Copiloto: um Robô observador carimbando toda mensagem como lida no instante em que ela chega tira o recibo de leitura das mãos do atendente e produz a pior leitura possível para o cliente — visto e ignorado. Silencioso × Copiloto Os dois evitam que o Robô envie sozinho, mas por caminhos diferentes: | | Copiloto | Silencioso | |---|---|---| | Como a sugestão chega | Cartão de rascunho para você revisar e enviar | Nota privada com o que ele apurou | | O rascunho vira mensagem? | Sim, com um clique seu | Não existe rascunho para enviar | | Marca como lida | Sim | Não | Escolha Copiloto quando quer acelerar a resposta humana. Escolha Silencioso quando quer o Robô trabalhando ao lado de um time que conduz a conversa. Casos de uso - Auditoria e qualidade — o Robô acompanha as conversas e deixa notas sobre risco, promessas feitas e pendências, sem nunca aparecer para o cliente. - Enriquecimento silencioso — ele consulta o CRM e a base, registra atributos do contato e etiqueta a conversa enquanto o atendente humano fala. - Piloto sem risco — rode o Robô em silencioso numa caixa real por alguns dias e leia as notas para avaliar a qualidade antes de deixá-lo falar. - Canal sensível — jurídico, cobrança ou saúde, onde a resposta ao cliente é sempre humana, mas o preparo pode ser automático. Dicas, limites e boas práticas - Silencioso é por Robô, não por conversa: vale em todas as caixas em que aquele Robô atende. - Se o Robô ficar silencioso e ninguém estiver atendendo a caixa, o contato fica sem resposta. Confirme que há gente do outro lado. - Use o silencioso como degrau de confiança: Silencioso → Copiloto → Híbrido → Piloto automático. - Ferramentas que agem (criar negócio, agendar, cobrar) continuam agindo. Se você quer só observação, revise também as ferramentas habilitadas. - Um valor desconhecido no campo (por exemplo vindo de uma edição pela API) é lido como Fala com o contato: se essa configuração falhar, ela falha para o lado de continuar atendendo. Solução de problemas - "O Robô parou de responder do nada" — confira o Modo de interação. Se estiver Silencioso, é o comportamento esperado. - "As notas aparecem, mas o cliente não recebe nada" — é exatamente o silencioso funcionando. Mude para Fala com o contato se quiser respostas ao cliente. - "O cliente reclama que a mensagem foi vista e ignorada" — no silencioso o Robô não marca como lida; verifique se o recibo veio do aplicativo de um atendente. - "Pedi para o Robô mandar uma mensagem e ele recusou" — no silencioso as ferramentas de envio não existem para ele, e a execução é recusada mesmo que o modelo tente. - "Quero silêncio só nesta conversa" — use Pausar o Robô na conversa; o modo de interação é do Robô inteiro. Veja também - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta - Modos de autonomia do Robô e aprovação humana (HITL) - Copiloto generativo: propor, confirmar e executar - Ferramentas do Maestro por módulo - Onde cada Robô é usado

Busca na web: o Robô pesquisando na internet pública

Visão geral A busca na web dá ao Robô duas ferramentas para consultar a internet pública — coisas que ele não sabe e que não estão na sua conta: notícias, preços de mercado, dados públicos de empresas, documentação, qualquer coisa que mudou depois do treinamento do modelo. | Ferramenta | O que faz | |---|---| | web_search | Pesquisa na web e devolve resultados ranqueados com título, URL e um trecho de cada página. | | web_fetch | Lê o texto completo de páginas específicas por URL — depois de uma busca, quando o trecho não basta, ou quando o Robô já tem a URL. | As duas são somente leitura e não enviam nada ao contato: elas devolvem texto para o modelo, que então decide o que (e se) vai dizer. Por isso continuam disponíveis mesmo quando o Robô delega a um subagente. Para o conteúdo da sua conta — contatos, negócios, catálogo, histórico — o Robô tem ferramentas próprias, e a base de conhecimento guarda o seu material. A busca na web é para o que está fora. Pré-requisitos - Maestro habilitado e um Robô configurado. - Uma chave de API da Tavily disponível para o Robô (veja "A chave" abaixo). - As ferramentas web_search e/ou web_fetch habilitadas na grade de ferramentas do Robô — sem elas, nada nesta seção tem efeito. Passo a passo 1. Na configuração do Robô, abra a grade de Ferramentas e habilite Buscar na web e/ou Ler uma página da web (categoria Conhecimento). 2. Desça até a seção Busca na web. Se nenhuma das duas estiver ligada, um aviso avisa que nada ali terá efeito ainda. 3. Ajuste Profundidade da busca e Resultados por busca. 4. Se quiser restringir, preencha Buscar só nestes domínios e/ou Nunca nestes domínios. 5. Salve. Para desligar a busca por completo, desabilite as duas ferramentas na grade. As configurações ficam guardadas para quando você voltar a ligá-las. Configurações & opções | Opção | O que faz | Padrão | |---|---|---| | Profundidade da busca | Básica ou Avançada. A avançada lê mais de cada página e acerta mais, mas consome mais créditos por chamada. Vale também para o web_fetch ao ler uma página. | Básica | | Resultados por busca | Teto de 1 a 20. Vazio = o padrão da ferramenta (5). | Vazio (5) | | Buscar só nestes domínios | Restringe a busca a esses domínios. Vazio = a web inteira. | Vazio | | Nunca nestes domínios | Bloqueia esses domínios sempre. | Vazio | Como as duas listas de domínio se combinam Elas não funcionam do mesmo jeito, e a diferença é proposital: - Buscar só nestes domínios é uma restrição. Quando você preenche, a lista do Robô é ignorada — ele não consegue buscar em outro lugar, nem se pedir. Uma restrição que o modelo pode ampliar não é restrição. - Nunca nestes domínios é uma lista de bloqueio. Os seus domínios valem sempre, e o Robô ainda pode acrescentar outros para uma consulta específica. Digite os domínios separados por vírgula ou por linha. https://, www. e o caminho depois da barra são removidos automaticamente — a Tavily compara hosts, então https://exemplo.com/precos vira exemplo.com. O que fica com o Robô (e não com você) - Quantos resultados pedir naquela consulta: ele pode pedir menos que o seu teto, nunca mais. - O tema da consulta (geral, notícias ou finanças) e a janela de tempo (último dia, semana, mês ou ano), decididos por pergunta. Hoje esses dois não têm campo fixo por Robô — o padrão é geral, sem recorte de tempo. - Quais URLs ler no web_fetch — no máximo 5 por chamada. A chave (Tavily) A busca precisa de uma chave da Tavily. Ela é procurada nesta ordem: 1. A chave do próprio Robô (seção de chaves de API, provedor tavily). 2. A chave da sua conta, em Integrações. 3. A chave da instalação, configurada pelo operador. Sem nenhuma delas, as ferramentas respondem que a busca não está configurada e o Robô segue a conversa com o que já sabe — a conversa não quebra. Casos de uso - Suporte técnico — consultar a documentação pública de um parceiro antes de orientar o cliente. - Pré-venda — checar dados públicos da empresa do contato para qualificar melhor. - Notícias e preços — responder sobre algo que mudou depois do treinamento do modelo. - Base restrita — preencher Buscar só nestes domínios com o seu site e a sua documentação: o Robô pesquisa apenas ali, como uma busca interna sobre conteúdo público. Dicas, limites e boas práticas - Cada busca consome créditos da Tavily. A profundidade avançada e um número alto de resultados multiplicam o consumo — comece em Básica com o padrão de 5. - Resultado a mais também é contexto a mais no turno: 20 resultados podem empurrar para fora informação da própria conversa. - O web_fetch lê no máximo 5 páginas por chamada, e o texto de cada página é truncado para caber no turno. - Uma URL que não pôde ser lida é informada ao Robô, não descartada em silêncio — assim ele não responde como se tivesse conferido. - A web pública não é fonte de verdade sobre a sua operação. Para preço, política e prazo seus, use a base de conhecimento. - Combine com Verificação de turno se quiser reter respostas que afirmem algo que o turno não apurou. Solução de problemas - "Configurei tudo e o Robô nunca busca" — as ferramentas web_search/web_fetch estão habilitadas na grade? O aviso na seção avisa quando não estão. - "A busca não está configurada" — não há chave da Tavily em nenhum dos três níveis. - "A chave da API é inválida" — a chave existe mas foi recusada; gere outra na Tavily. - "O limite do plano foi atingido" — os créditos da conta Tavily acabaram. - "A busca está limitada agora" — excesso de chamadas em pouco tempo; ele tenta de novo depois. - "Ele buscou num site que eu não queria" — acrescente o domínio em Nunca nestes domínios, ou restrinja tudo com Buscar só nestes domínios. - "Os resultados vêm de outro país/idioma" — deixe a consulta mais específica nas instruções do Robô e restrinja por domínio. Veja também - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta - Ferramentas do Maestro por módulo - Base de conhecimento e ontologia - Verificação do que o Robô afirma

DeepSeek como provedor de modelo do Robô

Visão geral O DeepSeek é um provedor de modelos de linguagem que o Robô pode usar como modelo principal ou como modelo de fallback, no mesmo lugar em que você escolhe OpenAI, Anthropic, Google, Groq e os demais. O acesso é nativo: a plataforma fala direto com api.deepseek.com. Isso é diferente de usar o mesmo modelo através do OpenRouter — no acesso nativo o consumo é cobrado na sua conta DeepSeek, com a sua chave, sem intermediário. | Modelo | Perfil | |---|---| | DeepSeek V4 Pro | O mais capaz da família — para raciocínio e tarefas complexas. | | DeepSeek V4 Flash | O mais rápido e econômico — para volume e respostas curtas. | Pré-requisitos - Maestro habilitado e um Robô configurado. - Uma chave de API do DeepSeek (crie em platform.deepseek.com/api_keys). - Permissão de administrador para configurar chaves. Passo a passo Escolha um dos três lugares para a chave — o Robô procura nessa ordem: 1. Só neste Robô — na configuração do Robô, seção Chaves de API (por provedor), linha DeepSeek: cole a chave e clique em Testar para confirmar antes de salvar. 2. Para a conta inteira — em Configurações → Integrações → DeepSeek, informe a chave. Todos os Robôs da conta passam a poder usá-la (desde que o Robô esteja com o uso da chave da conta ligado). 3. Para a instalação — o operador define a chave no painel de super admin. Vale como último recurso para todas as contas. Depois de salvar a chave: 4. Volte à configuração do Robô e abra o seletor de Modelo. 5. Escolha DeepSeek V4 Pro ou DeepSeek V4 Flash como modelo principal, ou adicione um deles à cadeia de fallback. 6. Salve. Configurações & opções A ordem de busca da chave | Ordem | Origem | Quando usar | |---|---|---| | 1º | Chave do próprio Robô | Um Robô específico com custo separado. | | 2º | Chave da conta (Integrações) | O padrão para a maioria das operações. | | 3º | Chave da instalação | Definida pelo operador; vale para quem não tem chave própria. | A chave do Robô sempre vence. As duas globais só entram se a instalação permitir e o Robô estiver com essa opção ligada — a mesma regra dos demais provedores. Lista de modelos ao vivo Com a chave configurada, a plataforma consulta a lista de modelos direto no DeepSeek, então um modelo novo aparece sem precisar de atualização. A listagem exige a chave — não existe consulta anônima. Se a consulta falhar, o seletor cai na lista curada acima, e nunca fica vazio. Nativo × via OpenRouter O mesmo modelo pode aparecer duas vezes no seletor: - deepseek:… — acesso nativo, cobrado na sua conta DeepSeek. - openrouter:deepseek/… — o mesmo modelo através do OpenRouter, cobrado na sua conta OpenRouter. Não é duplicidade: são caminhos e faturas diferentes. Escolha o nativo se você tem conta DeepSeek. Casos de uso - Custo por volume — DeepSeek V4 Flash em Robôs de alto volume e respostas curtas. - Raciocínio mais pesado — DeepSeek V4 Pro em Robôs que analisam ou decidem. - Fallback de outro provedor — colocar um modelo DeepSeek na cadeia para o atendimento não parar quando o provedor principal ficar indisponível ou sem crédito. Dicas, limites e boas práticas - Teste a chave no próprio formulário antes de salvar. Chave inválida aparece na hora. - Ao montar a cadeia de fallback, evite repetir o mesmo provedor em sequência: se a queda for de conta (crédito acabou), o segundo tenta a mesma porta fechada. Alterne provedores. - O consumo é cobrado na sua conta DeepSeek — acompanhe o saldo por lá. - A chave é somente escrita: depois de salva, a interface mostra apenas que existe, nunca o valor. - Trocar de modelo não apaga nenhuma outra configuração do Robô. Solução de problemas - "O DeepSeek não aparece no seletor de modelo" — não há chave em nenhum dos três níveis, ou o Robô está com o uso das chaves globais desligado. - "A chave foi recusada no teste" — gere outra em platform.deepseek.com/api_keys e confira se não veio com espaço no começo ou no fim. - "A lista de modelos veio vazia" — a consulta ao DeepSeek falhou; o seletor mostra a lista curada e você pode escolher normalmente. - "O Robô caiu para o fallback o tempo todo" — verifique o saldo da conta DeepSeek. - "Escolhi DeepSeek e a cobrança apareceu no OpenRouter" — você selecionou a variante openrouter:deepseek/…; troque pela que começa com deepseek:. Veja também - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta - Modelos portáveis: salvar, duplicar, compartilhar e migrar um Robô - Ferramentas do Maestro por módulo - Onde cada Robô é usado

Modelos: salvar, aplicar, duplicar, exportar e importar a configuração de um Robô

Visão geral Um Modelo é a configuração de um Robô guardada para ser reaproveitada: persona, instruções, modelo de linguagem, ferramentas habilitadas, guardrails, política de transferência, sequência de atendimento e tudo o mais que você ajustou. A biblioteca fica em Configurações → Robôs, logo abaixo da lista de Robôs — e aparece mesmo quando a conta ainda não tem nenhum Robô, porque importar um Modelo é uma das formas de criar o primeiro. | Ação | Onde fica | O que faz | |---|---|---| | Salvar como Modelo | no formulário do Robô | Guarda a configuração na biblioteca desta conta. | | Aplicar um Modelo | no formulário do Robô, em Modelos prontos | Traz a configuração guardada para o formulário; você revisa e salva o Robô. | | Duplicar | na lista de Modelos | Cria uma cópia do Modelo nesta conta, editável. | | Editar | na lista de Modelos | Altera nome, segmento e descrição. Não toca na configuração guardada. | | Excluir | na lista de Modelos | Remove o Modelo. Os Robôs já criados a partir dele continuam funcionando. | | Exportar / Importar | na lista de Modelos | Gera e lê um arquivo .maestro-template.json, que outra instalação consegue abrir. | Leia isto antes de migrar: um Modelo não é uma cópia integral do Robô. Duas classes de coisa ficam para trás por decisão de projeto — segredos e referências locais. Sempre que algo é salvo, exportado ou importado, o painel O que não viajou diz exatamente o que foi removido ou limpo. Nunca assuma "importou 100%". Pré-requisitos - Maestro habilitado e pelo menos um Robô configurado (ou um arquivo de Modelo para importar). - Permissão de administrador para salvar, duplicar, editar, excluir, exportar e importar. - Para importar em outra instalação: acesso de administrador lá também. Passo a passo Salvar um Robô como Modelo 1. Vá em Configurações → Robôs e abra o Robô que já está do jeito que você quer. 2. No bloco Modelos prontos, use Salvar como Modelo. 3. Preencha Nome, e opcionalmente Segmento (opcional) e Para que serve este Modelo? (opcional). Dê um nome que descreva o uso, não o cliente. 4. Confirme em Salvar Modelo. Ele aparece no topo da lista de Modelos. Atenção — são dois comportamentos, e o diálogo diz qual se aplica: - Robô já salvo: guarda a configuração que ele está rodando agora, e não as edições ainda não salvas neste formulário. Se você acabou de mudar algo, salve o Robô antes. - Robô ainda não criado: como não existe Robô, a configuração que está na tela é guardada como está. Aplicar um Modelo num Robô Este é o caminho de Modelo para Robô — duplicar não cria Robô nenhum. 1. Abra um Robô existente ou comece a criar um novo. 2. No bloco Modelos prontos, abra o seletor Agente por vertical. Os Modelos da sua conta (e os da biblioteca da instalação) aparecem na frente dos presets prontos do produto. 3. Escolha o Modelo e use Aplicar. O aviso informa quantos ajustes ele trouxe: aplicar mescla apenas os campos que o Modelo carrega — o resto do formulário continua como estava. 4. Revise a configuração, salve o Robô e vincule-o às caixas de entrada onde ele deve atender. Encontrar, duplicar, editar e excluir 1. Use o campo Buscar Modelos para filtrar por nome, descrição ou segmento. Limpar busca volta à lista completa. 2. Duplicar cria uma cópia do Modelo nesta conta, já editável (o aviso confirma: "Duplicado como …"). É assim que se personaliza um Modelo Compartilhado, que é só leitura. 3. Editar muda Nome, Segmento e Descrição — a configuração guardada não é tocada. Para mudar a configuração em si, aplique o Modelo num Robô, ajuste e use Salvar como Modelo de novo. 4. Excluir remove o Modelo da biblioteca. Os Robôs criados a partir dele continuam funcionando: um Modelo é ponto de partida, não vínculo. Exportar e importar entre instalações 1. No Modelo, escolha Exportar. O navegador baixa um arquivo .maestro-template.json. 2. Na instalação de destino, use Importar e escolha o arquivo. 3. Leia o painel "O que não viajou" — ele lista item por item o que foi removido ou limpo. 4. Reconfigure o que o painel apontou (chaves, times, base de conhecimento, mídias). 5. Aplique o Modelo num Robô, revise e salve. Configurações & opções Dois escopos: Modelos da conta e biblioteca da instalação A lista mostra os dois juntos, e eles se comportam de maneira diferente de propósito: - Modelos da conta — os que você salvou, duplicou ou importou. São editáveis e podem ser excluídos. - Biblioteca da instalação — vêm marcados com o selo Compartilhado e são só leitura: não oferecem Editar nem Excluir. Para personalizar um deles, use Duplicar: a cópia nasce nesta conta, editável, sem alterar o original. Publicar um Modelo para a instalação inteira é ação do operador da plataforma e não tem caminho no painel da conta: o efeito atravessa todas as contas da caixa, e restringir é reversível enquanto despublicar do mundo não é. O painel "O que não viajou" Aparece depois de salvar, editar, exportar ou importar um Modelo, e lista somente o que não pôde ser levado — referências reencontradas pelo nome não entram na lista, para o painel continuar sendo lido. Dispensar fecha o aviso. O que NUNCA viaja: segredos Nem os valores, nem os nomes. Um nome de segredo já é um mapa de onde estão as credenciais. São removidos ao salvar na biblioteca e ao exportar: - Chaves de provedor do Robô e o espelho das chaves nativas da conta. - Segredos cadastrados e a lista de nomes deles. - Credenciais digitadas literalmente dentro de ferramentas HTTP e servidores MCP — cabeçalhos como Authorization, Cookie, e qualquer campo cujo nome pareça api_key, token, password, secret. - Credencial embutida na URL (https://usuario:senha@host/...). Só o usuario:senha sai; host, caminho e query continuam, para a ferramenta seguir reconfigurável. A política é uma lista de negação: tudo viaja, exceto o que for nomeado como segredo ou referência local. Um campo novo cujo nome pareça credencial é removido automaticamente. Assim, o erro possível é "viajou de menos", nunca "vazou um segredo". Uma exceção importante e útil: uma referência no formato {{secret.NOME}} sobrevive — ela aponta para um segredo, não é um segredo. Do outro lado, basta cadastrar um segredo com aquele nome e a ferramenta volta a funcionar sem você reescrever nada. Use sempre essa forma nas ferramentas HTTP. O que NÃO viaja: referências locais Um time 7 na instalação de destino aponta para um time que não existe — ou, pior, para um time diferente. Por isso cada referência é exportada pelo nome que tinha, reencontrada pelo nome na importação, e limpa quando nada casa. Nada é inventado: um Robô apontando para o time 1 só porque o 1 existe é pior do que um Robô sem time. | Item | Na importação | |---|---| | Time de transferência | Remapeado pelo nome; limpo se não existir time com aquele nome. | | Subagentes (delegação) | Remapeados pelo nome. | | Base de conhecimento | Chega desligada — o conteúdo já ingerido não viaja. Reingira e ligue de novo. | | Mídias da biblioteca | Descartadas — as URLs apontam para o armazenamento da origem. Reenvie no destino. | | Banco de dados / voz clonada | O recurso não viaja; a capacidade chega desligada e nomeada no painel. | | Atributos de contato | Conferidos contra os que a conta de destino realmente define. | Uma capacidade cujo recurso não pôde viajar chega desligada de propósito: deixá-la ligada entregaria um Robô que responde "consultei nossa base de conhecimento" contra uma base vazia. O arquivo - Extensão .maestro-template.json, com um marcador de formato e uma versão. - Um arquivo sem o marcador não é tratado como Modelo: é recusado, não adivinhado. - Uma versão que esta instalação não conhece também é recusada — nunca lida pela metade. Um Modelo meio lido é um Robô que parece configurado e não está. Casos de uso - Padronizar o atendimento — um Modelo "Suporte nível 1" aplicado a vários Robôs. - Testar uma variante — duplique o Modelo, aplique a cópia num Robô de teste e compare. - Ambiente de testes → produção — configure com calma no ambiente de teste, exporte e importe. - Agência / multi-cliente — um Modelo por vertical, exportado e importado em cada conta. - Backup de configuração — exporte antes de uma mudança grande. - Migração de instalação — leve os Robôs sem reconfigurar tudo na mão. Dicas, limites e boas práticas - Sempre leia o painel "O que não viajou". Ele é a lista de tarefas do outro lado. - Depois de importar, faça um teste real numa conversa antes de ligar o Robô no atendimento. - Prefira {{secret.NOME}} a colar a credencial: é a única forma que sobrevive à viagem. - Nomeie Modelos pelo uso ("Clínica — agendamento"), não pelo cliente. - Editar não muda comportamento: mexe só no rótulo (nome, segmento, descrição). - Duplique antes de experimentar — assim o Modelo que já funciona continua intacto. - O Modelo é uma fotografia: mudar o Robô depois não atualiza o Modelo, e vice-versa. Solução de problemas - "Dupliquei e não apareceu Robô nenhum" — duplicar copia o Modelo, não cria Robô. Para virar Robô, abra o formulário do Robô, aplique o Modelo em Agente por vertical, salve e vincule-o às caixas de entrada. - "Este Modelo não tem Editar nem Excluir" — ele veio da instalação (selo Compartilhado) e é só leitura. Use Duplicar para ter uma cópia editável nesta conta. - "Já existe um Modelo com esta chave" — você está importando um arquivo que já está na biblioteca. Duplique o que você já tem, ou renomeie antes de importar de novo. - "O arquivo foi recusado na importação" — não é um .maestro-template.json válido, ou foi gerado por uma versão que esta instalação não lê. - "O Robô não transfere para o time certo" — o time não existia pelo mesmo nome; o painel marcou como limpo. Crie o time e selecione-o. - "Ele diz que consultou a base e não achou nada" — a base chega desligada e vazia. Reingira o conteúdo e ligue a base. - "As ferramentas HTTP dão erro de autenticação" — as credenciais não viajam. Cadastre os segredos no destino. - "Faltam as mídias" — os arquivos não viajam; reenvie na biblioteca de mídia do destino. - "Apliquei o Modelo e nem tudo mudou" — aplicar mescla só os campos que o Modelo carrega; o aviso mostra quantos ajustes foram trazidos. O resto continua como o formulário já estava. Veja também - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta - Onde cada Robô é usado - Base de conhecimento e ontologia - DeepSeek como provedor de modelo do Robô - Ferramentas do Maestro por módulo

Sequência de atendimento: etapas com critério de saída conferido pelo sistema

Visão geral Antes disto, um roteiro de atendimento só podia ser escrito como texto na persona ou nas instruções do Robô: "primeiro qualifique, depois apresente a proposta, só então feche". Texto é orientação — um modelo pode seguir ou ignorar, e os modelos mais baratos e rápidos costumam ignorar já no terceiro turno. Pior: não existia nenhum estado dizendo "esta conversa está na etapa de qualificação", então nada conseguia sequer perceber o desvio, muito menos corrigir. A Sequência de atendimento troca o texto por estrutura: - o atendimento vira uma lista de etapas em ordem; - cada etapa tem um objetivo, as ferramentas que ela permite e um critério de saída; - o critério é conferido pela plataforma, em código, contra o que aquele turno realmente executou — nunca perguntando ao Robô se ele já terminou. Essa inversão é o recurso inteiro. Um Robô que diz "já registrei seus dados" sem a ferramenta ter sido executada não avança nada. É opcional e vem desligada. Um Robô que nunca abrir esta seção se comporta exatamente como antes — mesmas instruções, mesmas ferramentas, mesmo custo. Nada é acrescentado à conversa. Pré-requisitos - Maestro habilitado e um Robô configurado. - Permissão de administrador para editar a configuração do Robô. - As ferramentas que você quer usar nas etapas precisam já estar ativas no Robô. Uma etapa só consegue reduzir o conjunto de ferramentas que o Robô tem — nunca acrescentar. - Para o critério Dados preenchidos no contato: os campos que você vai exigir precisam existir no cadastro de contatos e ser preenchíveis (por ferramenta do Robô, por automação ou pela equipe). Passo a passo 1. Abra a configuração do Robô e vá até Sequência de atendimento. 2. Ligue Seguir uma sequência de etapas. 3. Clique em Adicionar etapa e preencha: - Nome da etapa — com as suas palavras. O sistema não traduz nem reescreve; o identificador abaixo do nome é gerado a partir dele. - Objetivo — vai para o topo das instruções enquanto a etapa estiver ativa. - Ferramentas permitidas nesta etapa — escolha entre as que o Robô já tem. - Critério de saída — veja a tabela adiante. - Limite de turnos na etapa — a rede de segurança (padrão 8, mínimo 1). 4. Repita para as demais etapas. A ordem da lista é a ordem do atendimento: use mover para cima e mover para baixo. Cada etapa leva à seguinte automaticamente — você nunca digita a ligação. 5. Escolha Ao terminar a última etapa: transferir para um humano, marcar como resolvida ou seguir conversando sem etapa. 6. Decida se quer Restringir às ferramentas da etapa. 7. Salve. Ligada e sem nenhuma etapa não vale. O formulário avisa e pede que você adicione ao menos uma etapa ou desligue a opção. Mesmo se for forçado, uma sequência sem etapas é inerte: o Robô atende como sempre. Configurações & opções Os quatro critérios de saída | Critério | A etapa termina quando… | Use quando | |---|---|---| | Ferramentas executadas (padrão) | as ferramentas escolhidas foram executadas de verdade naquele turno | há uma ação concreta que prova a etapa (agendar, cobrar, registrar) | | Dados preenchidos no contato | todos os campos que você listou estiverem preenchidos no contato | a etapa existe para coletar informação | | Só quando um humano avançar | nada automático avança — leia a seção de limites | você quer uma conferência humana no meio do atendimento | | Depois de um número de turnos | o limite de turnos da etapa é atingido | não há nada objetivo para conferir (uma abertura, um acolhimento) | Detalhes que mudam o resultado: - Ferramentas executadas com lista explícita (o campo Ferramentas que comprovam a saída) exige todas as ferramentas listadas. - Ferramentas executadas sem lista explícita aceita qualquer uma das ferramentas permitidas na etapa — assim você não precisa repetir a lista duas vezes. - Etapa sem nenhuma ferramenta e sem lista é uma etapa de ritmo: termina assim que o turno se completa. - Dados preenchidos no contato: se a consulta ao contato não acontecer ou falhar, a etapa espera em vez de avançar. Avançar sem evidência é exatamente o que este recurso existe para impedir — e o limite de turnos continua limitando a espera. Limite de turnos: sempre presente, e sempre uma escalada O limite conta turnos (mensagens do contato atendidas), não tentativas internas do modelo. Ele existe porque "o Robô me perguntou a mesma coisa oito vezes" é o problema real. Quando o limite estoura sem o critério ter sido cumprido, a sequência encerra ali e aplica a política de Ao terminar a última etapa — como escalada, não como conclusão. A etapa não é registrada como cumprida e a etapa seguinte não é iniciada. Ao terminar a última etapa | Opção | O que acontece | |---|---| | Transferir para um humano | a conversa é transferida pelo mesmo caminho da transferência normal do Robô: nota interna, status e atribuição de time | | Marcar como resolvida | a conversa é fechada depois de a resposta ser entregue — nunca por cima de uma mensagem que o contato ainda não recebeu | | Seguir conversando sem etapa | o Robô continua atendendo, agora sem nenhuma restrição de etapa | Restringir às ferramentas da etapa - Ligado (padrão): o Robô nem recebe as outras ferramentas. Sair da etapa fica impossível, não só desaconselhado. - Desligado: a etapa orienta pelo objetivo, mas não impede o Robô de usar qualquer ferramenta que ele tenha. Mesmo com a restrição ligada, um conjunto mínimo nunca é removido: a leitura de contato e de conversa e a transferência para um humano. Uma etapa cujo autor esqueceu a transferência produziria uma conversa que não consegue chegar a uma pessoa — pior do que o problema que a restrição resolve. E tirar a leitura do cadastro faria o modelo adivinhar dados que poderia ter consultado. O que o Robô enxerga da sequência Apenas a etapa atual entra nas instruções — nunca o roteiro inteiro. Um modelo que recebe o mapa completo começa a narrá-lo para o contato ("agora vamos para a etapa de proposta") ou a pular para uma etapa sobre a qual leu, que é o oposto de segui-lo. O nome e o objetivo chegam ao Robô exatamente como você escreveu, no seu idioma, sem tradução nem reescrita. Casos de uso - Comercial: Qualificação (dados no contato) → Proposta (ferramenta de orçamento executada) → Fechamento (cobrança gerada) → transferir para um humano. - Triagem antes do humano: uma etapa só, com objetivo "descobrir o assunto e a urgência", saída por dados preenchidos, limite de 5 turnos e encerramento em transferir. - Onboarding: várias etapas de coleta, cada uma exigindo campos diferentes do contato, e marcar como resolvida ao final. - Conferência humana no meio: uma etapa com saída manual e limite de turnos curto, para que a conversa suba para a equipe quando chegar ali (leia os limites abaixo antes de usar). - Suporte com procedimento fixo: restrição de ferramentas ligada, para o Robô não gerar uma cobrança durante a etapa de diagnóstico. Dicas, limites e boas práticas "Só quando um humano avançar" não tem botão de avançar. Hoje nada avança uma etapa manual automaticamente, e não existe no painel um comando para empurrá-la para a próxima. Na prática ela termina de duas formas: o limite de turnos estoura e a sequência encerra pela política de saída (uma escalada), ou uma pessoa assume a conversa — e aí o Robô já parou de responder de qualquer forma. Use este critério como "pare aqui e chame alguém", com um limite de turnos curto e Transferir para um humano na política de saída. Não use esperando que a conversa siga para a etapa seguinte depois. Outros limites, igualmente honestos: - Um critério sem nada para conferir vira escalada. Se você escolher Ferramentas executadas sem nenhuma ferramenta, ou Dados preenchidos sem nenhum campo, o formulário avisa: aquela etapa só sairia pelo limite de turnos — que é escalada, não conclusão. - Só ferramentas já ativas no Robô entram numa etapa. Se a lista aparecer vazia, ative as ferramentas na seção Ferramentas primeiro. - Desligar não apaga. As etapas continuam salvas; o formulário informa quantas são. - A etapa é durável. Ela sobrevive a uma pausa, a uma transferência, a um reinício e a um contato que responde seis horas depois. Um contato que volta não recomeça do zero. - Editar a sequência com conversas em andamento tem consequência. Se você apagar ou renomear a etapa em que uma conversa está, aquela conversa é liberada — termina sem restrição, como antes de a sequência existir. Ela não é reiniciada na etapa 1, para o contato não pagar pela sua edição respondendo tudo de novo. - O formulário recusa uma sequência impossível de percorrer: etapa sem nome, duas etapas com o mesmo identificador, uma ligação apontando para uma etapa inexistente ou um ciclo. - Isto não substitui a verificação da resposta. Uma coisa impede o Robô de avançar sem prova; a outra impede que ele afirme ao contato algo que não aconteceu. As duas somam. Boas práticas: - Comece com duas ou três etapas. Um roteiro de oito etapas é mais fácil de errar do que de seguir. - Prefira Ferramentas executadas sempre que houver uma ação concreta: é o critério mais difícil de burlar. - Escreva o objetivo como uma frase de tarefa ("descobrir o segmento e o tamanho da empresa"), não como uma persona. - Deixe o limite de turnos curto nas etapas iniciais e mais folgado nas que dependem do contato responder algo demorado. - Em ações sensíveis (dinheiro, cancelamento, dado cadastral), combine a sequência com aprovação humana. Solução de problemas - "Não consigo salvar": a sequência está ligada sem nenhuma etapa, ou há uma etapa sem nome, duas com o mesmo identificador, uma ligação quebrada ou um ciclo. A mensagem do formulário aponta qual dos casos é. - "A lista de ferramentas da etapa está vazia": o Robô ainda não tem ferramentas ativas. Ative-as na seção Ferramentas e volte. - "O Robô não sai da primeira etapa": o critério não está sendo cumprido de verdade. Confira se a ferramenta exigida executou (e não apenas foi mencionada na resposta) e se os campos exigidos estão mesmo preenchidos no contato. Uma ferramenta desativada nunca executa. - "A conversa foi transferida no meio, sem terminar o roteiro": alguma etapa estourou o limite de turnos. Isso é a escalada funcionando — aumente o limite daquela etapa ou torne o critério mais fácil de cumprir. - "O Robô contou o roteiro para o cliente": ele não recebe o roteiro, só a etapa atual. Se o texto do roteiro está aparecendo, provavelmente ele foi escrito também nas instruções ou na persona — remova de lá. - "Mudei a ordem e uma conversa antiga ficou estranha": conversas em andamento seguem o estado que já tinham. Se a etapa em que estavam sumiu, elas foram liberadas e terminam sem restrição. - "Desliguei a sequência e as etapas sumiram da tela": elas continuam salvas — o aviso informa quantas etapas seguem guardadas. Veja também - Ferramentas do Maestro por módulo - Modos de autonomia do Robô e aprovação humana (HITL) - Verificação do que o Robô afirma antes de enviar - Verificação de turno e retenção da resposta - Configurações avançadas do modelo por Robô - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta

Configurações avançadas do modelo por Robô: temperatura, Top P, teto de saída e esforço de raciocínio

Visão geral Cada Robô já escolhe um modelo padrão e uma cadeia de fallbacks. As Configurações avançadas do modelo são um degrau abaixo disso: quatro ajustes que mudam como o modelo escolhido responde, sem mudar qual modelo é. São quatro campos, todos opcionais: | Campo | Faixa | O que muda | |---|---|---| | Esforço de raciocínio | Herdar / Nenhum / Baixo / Médio / Alto | quanto o modelo "pensa" antes de responder, em famílias que têm raciocínio | | Temperatura | 0 a 2 | valores mais altos deixam as respostas mais variadas; mais baixos, mais previsíveis | | Top P | acima de 0 até 1 | amostragem por núcleo de probabilidade — geralmente ajustado no lugar da temperatura | | Máximo de tokens de saída | 1 ou mais | teto de tokens gerados por resposta | Em branco (ou "Herdar") mantém o comportamento atual. Um Robô que nunca abrir esta seção continua exatamente como está: a plataforma só envia um ajuste ao provedor quando você escolheu um. Deixar em branco não é "zero" — é "não mande nada, use o padrão do provedor". Pré-requisitos - Maestro habilitado e um Robô configurado. - Permissão de administrador para editar a configuração do Robô. - Saber qual modelo o Robô usa: os ajustes só valem onde o provedor daquele modelo os aceita (veja a tabela de compatibilidade adiante). Passo a passo 1. Abra a configuração do Robô. 2. Vá até Configurações avançadas do modelo. 3. Preencha apenas os campos que você quer mudar. Deixe os demais em branco. 4. Salve. 5. Faça uma conversa de teste com esse Robô e compare o resultado antes de aplicar o mesmo ajuste em outros. Configurações & opções Temperatura e Top P — ajuste um, não os dois Os dois controlam a mesma coisa por caminhos diferentes: quanta variação a resposta pode ter. A prática recomendada pelos próprios provedores é mexer em um e deixar o outro em branco. Ajustar os dois ao mesmo tempo torna o resultado difícil de prever e mais difícil ainda de comparar entre duas versões do mesmo Robô. Como referência prática: - Temperatura baixa (0 a 0.3): procedimento, resposta técnica, extração de dados, qualquer coisa que deva sair igual todas as vezes. - Temperatura média (0.4 a 0.6): atendimento comum, conversa natural sem virar imprevisível. - Temperatura alta (0.7 ou mais): redação criativa, variação proposital de mensagem. Raramente é o que se quer num atendimento. Máximo de tokens de saída É um teto por resposta, não um alvo. Serve para conter respostas longas demais para o canal (WhatsApp, principalmente) e para limitar custo por turno. Um teto muito baixo corta a resposta em vez de resumi-la — se as mensagens começarem a terminar no meio da frase, o teto está apertado demais. Esforço de raciocínio Vale para modelos com raciocínio (as famílias o-series/gpt-5.x da OpenAI, o DeepSeek e afins). Mais esforço costuma significar resposta melhor em tarefas difíceis, mais tempo de espera e mais custo. Este campo tem um segundo efeito, que é o motivo pelo qual ele existe no formulário: escolher um valor aqui também evita que o roteador force a troca automática de endpoint quando o modelo é de raciocínio e tem ferramentas vinculadas. Se você já decidiu como o modelo deve raciocinar, a plataforma respeita a sua decisão em vez de decidir por você. Onde cada ajuste vale — e onde é descartado Cada provedor escreve esses parâmetros com nomes diferentes, e alguns simplesmente não têm o parâmetro. A plataforma traduz o valor para o nome correto do provedor e, quando aquele provedor não tem o parâmetro, descarta o ajuste em vez de inventar um nome que a chamada recusaria. | Ajuste | Onde é descartado | |---|---| | Temperatura | em modelos de raciocínio da OpenAI (a família não aceita) | | Top P | em modelos de raciocínio da OpenAI; no Groq e na Cohere, que não expõem o parâmetro | | Máximo de tokens de saída | na Cohere | | Esforço de raciocínio | em Anthropic, Google, Cohere, Ollama, xAI e OpenRouter | Sobre a primeira linha: nos modelos de raciocínio da OpenAI, temperatura e Top P são descartados juntos, de propósito. Antes a temperatura sumia em silêncio enquanto o Top P seguia adiante e derrubava a chamada — o mesmo valor no painel se comportava de duas formas diferentes dependendo de qual campo você preencheu. Descartado é silencioso. Não vira erro no atendimento nem aviso nesta tela. Se um ajuste parece não ter efeito, confira a tabela acima antes de procurar defeito. Valor inválido: quem recusa é o provedor A plataforma valida as faixas no formulário (temperatura 0 a 2, Top P acima de 0 até 1, teto de saída 1 ou mais). Fora isso, quem decide se um valor é aceitável é o provedor do modelo — e a mensagem de erro que aparecer vem de lá, não da plataforma. Na dúvida, deixe em branco. Casos de uso - Robô de suporte com procedimento fixo: temperatura 0.1, para a mesma pergunta receber sempre a mesma resposta. - Robô de vendas: temperatura 0.5 a 0.6 — conversa natural sem inventar variações a cada turno. - Robô que só extrai dados (registrar pedido, preencher cadastro): temperatura 0.1 e teto de saída baixo; a resposta é curta por natureza. - Robô num canal com limite de tamanho: teto de saída para as mensagens não saírem enormes. - Tarefa difícil e sem pressa (análise, diagnóstico): esforço de raciocínio Alto, aceitando mais tempo e mais custo. - Modelo de raciocínio com ferramentas em que você quer controlar o comportamento: defina o esforço explicitamente em vez de deixar a plataforma decidir. Dicas, limites e boas práticas - Mude um campo por vez e teste. Dois ajustes ao mesmo tempo tornam impossível saber qual deles causou a diferença. - Temperatura OU Top P. Não os dois. - Em branco não é zero. Apagar o campo devolve a decisão ao provedor; escrever 0 é uma escolha sua, com efeito real (temperatura 0 = o mais previsível possível). - Esforço de raciocínio custa tempo e dinheiro. Em atendimento por WhatsApp, um esforço alto pode deixar a resposta lenta o suficiente para o contato desistir. - Estes ajustes não trocam o modelo. Se a qualidade não melhora mexendo aqui, o próximo passo é trocar o modelo padrão, não subir a temperatura. - A cadeia de fallback continua valendo. Os ajustes são aplicados por cima do modelo que efetivamente atender o turno — inclusive um fallback, quando o principal falha. - Um Robô sem estes campos preenchidos não é um Robô mal configurado. Os padrões dos provedores são bons para a maioria dos atendimentos. Solução de problemas - "Mudei a temperatura e nada mudou": o modelo do Robô é de raciocínio da OpenAI — nessa família temperatura e Top P são descartados. Troque o modelo ou use o esforço de raciocínio. - "Coloquei Top P e continua igual": além do caso acima, Groq e Cohere não expõem esse parâmetro. - "As respostas estão sendo cortadas no meio": o Máximo de tokens de saída está baixo demais. Aumente ou deixe em branco. - "O provedor recusou a chamada": o valor está fora do que aquele modelo aceita. A mensagem vem do provedor; limpe o campo e teste de novo. - "O Robô ficou lento": esforço de raciocínio alto, ou um modelo de raciocínio onde bastaria um modelo comum. - "Escolhi o esforço de raciocínio e o modelo não é de raciocínio": o ajuste é descartado. Não quebra nada, só não faz efeito. Veja também - Modelos portáteis: um Robô, vários provedores - Provedor DeepSeek - Sequência de atendimento - Verificação de turno e retenção da resposta - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta

Formatação da resposta: adaptar ao canal ou entregar markdown cru

Visão geral O modelo sempre escreve em markdown — é o formato em que ele foi treinado a estruturar texto. O problema é que cada canal entende markdown de um jeito diferente: o WhatsApp usa *asterisco* para negrito, o widget da web renderiza markdown completo, e alguns canais não formatam nada. A Formatação da resposta decide o que acontece entre o que o modelo escreveu e o que o contato lê: - Adaptar ao canal — traduz a formatação para o dialeto do canal de destino. Negrito vira *assim* no WhatsApp e texto simples onde não há suporte. - Não formatar — entrega o markdown cru, exatamente como o modelo escreveu. Pré-requisitos - Um Robô já criado e configurado. - Acesso de administrador da conta para editar o Robô. Passo a passo 1. Abra Configurações → Robôs e edite o Robô. 2. Vá até a seção Entrega. 3. Em Formatação da resposta, escolha Adaptar ao canal ou Não formatar. 4. Salve. A mudança vale para as próximas respostas; mensagens já enviadas não são reescritas. Configurações & opções | Opção | O que faz | |---|---| | Adaptar ao canal | Converte a formatação para o que o canal de destino entende | | Não formatar | Envia o markdown do modelo sem tocar | A escolha é do Robô, não do canal: o mesmo Robô atendendo WhatsApp e widget adapta para os dois com uma única configuração. Casos de uso - Atendimento por WhatsApp: use Adaptar ao canal. Sem isso, um **negrito** de markdown chega ao contato como quatro asteriscos literais no meio da frase. - Integração que consome a resposta por API: use Não formatar. O sistema do outro lado costuma preferir o markdown original para renderizar do próprio jeito. - Canal que já renderiza markdown: qualquer uma das duas serve; adaptar é o padrão seguro. Dicas, limites e boas práticas - Na dúvida, Adaptar ao canal. É o comportamento que o contato espera ver. - Não formatar não significa "texto simples": significa markdown intacto. Se o canal não renderiza markdown, o contato vê os símbolos. - Isto controla só a formatação. Não altera o conteúdo, o idioma nem o tamanho da resposta. Solução de problemas O contato está vendo ** ou ## no meio do texto. O Robô está em Não formatar num canal que não renderiza markdown. Troque para Adaptar ao canal. A resposta chega sem nenhum destaque. O canal de destino não suporta formatação — o modo adaptar rebaixa para texto simples de propósito, porque é melhor que símbolos soltos. Mudei e nada aconteceu. A configuração vale da próxima resposta em diante. Confirme também que você salvou o Robô certo, se houver mais de um na conta. Veja também - Ajustes avançados do modelo - Sequência de atendimento

Paginação em ferramentas HTTP personalizadas

Visão geral Uma ferramenta HTTP personalizada deixa o Robô chamar a sua API. Quando essa API devolve listas, ela quase sempre devolve em páginas — e sem configurar isso o Robô lê só a primeira e responde com uma parte dos dados sem saber que faltou o resto. A Paginação resolve isso. Você diz de que tipo ela é, onde estão os itens na resposta e até quantas páginas percorrer. E, opcionalmente, quantos itens pedir por página. Pré-requisitos - Um Robô com pelo menos uma ferramenta HTTP personalizada configurada. - Saber como a sua API pagina: por número de página ou por cursor. - Acesso de administrador da conta. Passo a passo 1. Abra Configurações → Robôs e edite o Robô. 2. Vá até Ferramentas personalizadas e abra a ferramenta. 3. Em Paginação, escolha o tipo: Sem paginação, Número de página ou Cursor. 4. Preencha os campos da paginação (veja a tabela abaixo). 5. Salve. Configurações & opções | Campo | Para que serve | |---|---| | Tipo | Sem paginação, Número de página ou Cursor | | Param de página/cursor | O nome do parâmetro que a API usa para avançar (page, cursor…) | | Caminho dos itens (array) | Onde, na resposta, está a lista de resultados | | Caminho do próximo cursor | Onde vem o cursor da próxima página (só no tipo cursor) | | Página inicial | Por qual página começar | | Máx. páginas | Teto de páginas a percorrer numa chamada | | Param do tamanho da página | O nome do parâmetro de tamanho da sua API (per_page, limit…) | | Itens por página | O valor enviado nesse parâmetro | Os dois últimos são opcionais e andam juntos: deixar em branco significa não enviar o parâmetro, e aí a API decide o tamanho. Casos de uso - API cujo padrão é 100 itens por página: defina per_page = 20. Cada página vira um pedaço que cabe confortavelmente no contexto, e Máx. páginas controla até onde ir. - API que devolve tudo de uma vez: se ela aceitar um parâmetro de limite, use-o. Uma resposta enorme numa tacada consome o contexto do modelo e sobra pouco para o raciocínio e para a resposta. - API com cursor: preencha Caminho do próximo cursor; o tamanho da página continua valendo. Dicas, limites e boas práticas - Comece com um valor modesto (10 a 25) e suba só se as respostas ficarem incompletas. - Tamanho de página menor com Máx. páginas maior costuma ser melhor que uma página gigante: o Robô consegue parar quando já achou o que precisava. - O parâmetro tem que existir na sua API. Um nome que ela não conhece costuma ser ignorado em silêncio — e você fica com a impressão de que a configuração não fez efeito. - Deixar em branco é uma escolha válida quando o padrão da API já é razoável. Solução de problemas O Robô responde com dados parciais. Ou a paginação está em Sem paginação, ou Máx. páginas está baixo demais para o volume que a consulta devolve. A ferramenta demora muito. Cada página é uma chamada HTTP. Reduza Máx. páginas ou aumente os itens por página para buscar o mesmo volume em menos idas e vindas. Mudei os itens por página e nada mudou. Confirme o nome do parâmetro com a documentação da sua API — per_page, limit, page_size e pageSize são todos comuns, e só um deles é o certo. A lista chega vazia. O Caminho dos itens não está apontando para o array certo na resposta. Veja também - Ajustes avançados do modelo - Ferramentas do Maestro por módulo

Base de conhecimento e mapa do negócio (ontologia) do Cérebro

Visão geral O Cérebro da Conta tem duas peças que trabalham juntas: - A base de conhecimento (corpus) são as fontes que alimentam o Cérebro: documentos que você envia, páginas que você cola por URL e o objetivo/meta que você escreve sobre o seu negócio. Cada fonte é processada e quebrada em trechos indexados (os "chunks"), que o Maestro consulta para responder com referência à origem. - A estrutura ou mapa do negócio (ontologia) é o resultado consultável disso: um grafo de entidades (caixas de entrada, equipes, agentes de IA, etiquetas, atributos, macros, canais) e das relações entre elas, montado a partir do corpus somado aos dados reais da sua conta. É o "segundo cérebro" — o gêmeo digital — que o Maestro usa para entender a sua operação. Em resumo: você alimenta a base de conhecimento e o Cérebro monta o mapa do negócio a partir dela. Quanto mais rico o corpus, melhores ficam as respostas, os riscos e os insights. Pré-requisitos - Conta com o Maestro e o Cérebro da Conta habilitados (recurso account_brain). Se você não encontra a área, fale com um administrador. - Leitura é para qualquer membro da conta: ver as fontes e o mapa do negócio não exige permissão especial. - Adicionar ou remover fontes é exclusivo de administradores — o servidor revalida a permissão e a interface esconde os controles de envio/exclusão para quem não é administrador. Passo a passo Alimentar a base de conhecimento Na aba Base de conhecimento (corpus), você tem três formas de "alimentar o Cérebro": 1. Enviar um documento: arraste o arquivo para a área de upload (ou clique para escolher) e confirme. O arquivo é guardado como anexo e o Cérebro o busca e extrai o conteúdo, transformando-o em trechos indexados. 2. Colar uma URL: cole o endereço de uma página e confirme. O Cérebro busca a página e extrai o conteúdo, do mesmo jeito que um documento. 3. Escrever o objetivo/meta da conta: descreva, em texto, o objetivo do seu negócio (há também um botão de ditado por voz para preencher falando). O objetivo é uma fonte fixa: ao salvar de novo, ele substitui o anterior em vez de duplicar. Gerenciar fontes - A lista mostra cada fonte com a contagem de trechos indexados (chunks), e um resumo com o total de fontes e de trechos no topo — a prova de que o Cérebro foi alimentado. - Para remover uma fonte, use o ícone de exclusão (somente administradores) e confirme no diálogo. Remover uma fonte apaga todos os trechos dela do índice. Ver o mapa do negócio (estrutura/ontologia) - Abra a aba de Estrutura (ontologia) para ver o grafo de entidades e relações montado a partir do corpus e dos dados reais da conta. - Clique em uma entidade para abrir o painel de detalhe com o tipo, as relações conectadas e, quando houver, as fontes (origem) daquele item. Configurações & opções - Provedor de embeddings (administradores): no topo da base de conhecimento você escolhe qual provedor indexa e busca o conhecimento da conta (padrão da instalação, OpenAI ou Cohere). Ao trocar, a plataforma re-indexa todas as fontes automaticamente — aguarde o processamento terminar antes de avaliar a qualidade das respostas. - Três modos de entrada: documento, URL ou objetivo em texto — escolha o que fizer sentido para cada conteúdo. - Objetivo como fonte fixa: re-salvar o objetivo reindexa (substitui), nunca acumula duplicatas. - Contagem de trechos por fonte: indica quanto conteúdo foi efetivamente extraído e indexado. - Comportamento à prova de falha (cache-first): o mapa do negócio é guardado em cache, então a tela renderiza mesmo se o motor estiver momentaneamente fora do ar — em vez de mostrar erro. - Estado vazio que ensina: quando ainda não há conhecimento, a tela convida a alimentar a base em vez de exibir uma tela morta. Casos de uso - Centralizar manuais, políticas, catálogos e FAQs para que o Maestro responda de forma consistente. - Registrar o objetivo do negócio para orientar as propostas e ações do copiloto. - Visualizar como caixas de entrada, equipes, agentes e atributos se conectam — útil para revisar a organização da conta. - Construir uma base sólida que melhora a análise de risco e os insights gerados por departamento. Dicas, limites e boas práticas - Quanto mais rico e limpo o corpus, melhor: documentos atualizados e bem escritos geram riscos, insights e análises mais precisos. - Um objetivo claro melhora as propostas do copiloto e dos departamentos. - Evite enviar conteúdo desatualizado — informação velha gera sugestões velhas. - O mapa do negócio se popula com o tempo: alimente fontes e aguarde o processamento. - A indexação usa embeddings com fallback automático de provedor (ex.: OpenAI → Cohere). Conecte a chave Cohere em Integrações para a base continuar indexando mesmo se o provedor primário ficar sem créditos. Solução de problemas - Fonte com 0 trechos: a extração não encontrou conteúdo — o formato pode não ser suportado, o arquivo pode estar vazio/protegido ou a URL pode estar inacessível. Tente outro formato ou reenvie. - Mapa do negócio (ontologia) vazio: o mapa NÃO vem das fontes que você envia — ele é montado a partir da estrutura real da conta (caixas de entrada, equipes, bots, etiquetas, atributos, macros). Ele é gerado quando a conta é criada e, depois disso, uma vez por dia. Numa conta criada logo após a atualização diária, o mapa fica vazio até a próxima. Use Mapear agora, na própria tela vazia, para montá-lo na hora — leva alguns segundos. - "Não foi possível mapear esta conta": o Maestro não conseguiu ler a estrutura da sua conta. Quase sempre é o token de acesso da conta usado pelo Maestro; peça a um administrador da instalação para revisá-lo e tente mapear de novo. - Ação bloqueada: enviar ou remover fontes é só para administradores. Se os controles não aparecem (ou a ação é recusada), confirme seu perfil com um administrador. - "Não foi possível indexar a fonte" / embeddings indisponíveis: nenhum provedor de embeddings está com chave e créditos válidos. Verifique os créditos do provedor primário (ex.: OpenAI) ou conecte uma chave Cohere em Integrações e tente novamente. - Modelo de embedding incompatível ao salvar um Robô: cada instalação armazena vetores com uma largura fixa. Escolha um modelo com a mesma dimensão indicada pela tela — numa instalação de 1536, use text-embedding-3-small em vez de text-embedding-3-large (3072). Depois de trocar um modelo já usado, reindexe a base para que os vetores antigos e novos não sejam misturados. Veja também - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta - Onboarding por voz e configuração assistida - Departamentos, análise de risco e insights

Sincronização diária da Central de Ajuda com a base do Robô

Visão geral Existem duas integrações diferentes entre a Central de Ajuda e o Maestro. Elas têm nomes parecidos, mas escopo e velocidade bem diferentes — confundir as duas é a causa mais comum de "publiquei o artigo e o Robô não sabe": | | Seleção de artigos por Robô | Sincronização diária da conta | |---|---|---| | O que entra | só os artigos/categorias que você marca | tudo que está publicado, em todos os portais | | Quem usa | apenas aquele Robô | todos os Robôs da conta (base compartilhada) | | Quando atualiza | na hora — ao salvar a seleção e a cada edição/publicação do artigo | uma vez por dia, automaticamente | | Onde se configura | aba de conhecimento na configuração do Robô | nada a configurar: é automático | A primeira sempre funcionou instantaneamente. A segunda — a que leva todo o portal para a base compartilhada da conta — não tinha gatilho automático: só rodava se um administrador da instalação a disparasse manualmente. A partir desta versão ela roda sozinha, todos os dias. Cada artigo publicado vira um documento na base da conta, no caminho help-center/{portal}/{categoria}/{artigo} — assim o Robô responde com o conteúdo oficial e consegue citar de qual artigo tirou a resposta. Artigos sem categoria ficam em uncategorized. Pré-requisitos - Conta com o Maestro habilitado e pelo menos um Robô ativo. A varredura diária ignora contas sem nenhum Robô ativo — não há para quem entregar o conhecimento. - Um portal da Central de Ajuda com artigos no status publicado. - Provedor de embeddings com chave e créditos válidos — é a mesma indexação usada pela base de conhecimento do Cérebro da Conta. - A sincronização precisa estar habilitada na instalação (chave de implantação, no controle do administrador da instalação). Se estiver desligada, nenhuma conta sincroniza. Passo a passo 1. Escreva e publique os artigos no seu portal, como sempre. Rascunho e arquivado não contam. 2. Não faça mais nada. A varredura roda automaticamente todos os dias às 05:10 UTC (02:10 no horário de Brasília). Ela não é disparada quando o serviço reinicia: espera o horário. 3. No dia seguinte, confirme: pergunte ao Robô algo que só existe naquele artigo. A resposta deve trazer o conteúdo publicado e apontar a origem em help-center/…. 4. Precisa valer agora, sem esperar o próximo dia? Duas saídas: - marque o artigo (ou a categoria inteira) na aba de conhecimento do Robô — essa seleção vale na hora e continua sincronizada a cada edição; - ou peça a um administrador da instalação para disparar a sincronização da conta sob demanda. Configurações & opções - Cadência diária, às 05:10 UTC. O horário quebrado é proposital: as outras rotinas automáticas do Maestro rodam em horários cheios, e o mapeamento da estrutura do Cérebro roda 55 minutos antes — assim a leitura dos artigos não disputa a mesma conta com a rotina anterior. - Escopo: todos os portais da conta, todos os artigos publicados. A categoria vira "pasta" no caminho do documento. - Conteúdo indexado: o título mais o corpo do artigo. Os subtítulos (##, ###) guiam a quebra em trechos — cada trecho carrega a seção de onde saiu, o que melhora a citação. - Somente leitura: a sincronização nunca altera, publica, despublica ou apaga um artigo. Ela só lê o portal e escreve na base do Maestro. - Uma execução por conta, por dia: se a sincronização do dia anterior ainda estiver rodando quando a próxima começa, a nova é descartada. Nunca há duas escrevendo na mesma base ao mesmo tempo. - Substituição atômica: o conteúdo é indexado antes de a base ser tocada, e a troca acontece numa única transação. Uma falha no meio do caminho nunca esvazia o que já estava indexado. - Isolamento de erro: um artigo, uma página ou um portal com problema é contabilizado e a varredura continua nos demais — um item ruim não derruba a sincronização inteira. - Guarda de paginação: a leitura de cada portal é limitada e para sozinha quando os artigos começam a se repetir, evitando leitura infinita. Casos de uso - Fazer o Robô responder com a política oficial já publicada, citando o artigo, em vez de uma versão colada à mão e desatualizada. - Manter uma única fonte de verdade: a equipe edita no portal, e todos os Robôs herdam. - Contas com muitos artigos: aproveitar todo o portal sem precisar marcar item por item. - Robôs novos já nascem sabendo — a base é da conta, não de um Robô específico. - Portais trilíngues: tudo que está publicado em cada idioma entra na base. Dicas, limites e boas práticas - Rascunho e arquivado não entram. Artigo com corpo vazio também é ignorado (e o que já estava indexado é preservado). - Despublicar não remove o artigo da base compartilhada na varredura diária: ela adiciona e atualiza, não apaga documentos de artigos que saíram do ar. Se um conteúdo precisa sumir das respostas imediatamente, use a seleção por Robô (que remove ao despublicar) ou peça a remoção daquela fonte a um administrador. - Custo: cada execução re-indexa os artigos publicados, e indexar custa dinheiro por conta. Por isso a cadência é diária: é o menor custo estável que mantém a defasagem em, no máximo, 24 horas. Rodar de hora em hora multiplicaria esse custo por 24 para observar um conteúdo que quase nunca muda de hora em hora. - Janela de até 24 horas: mudanças urgentes devem ir pela seleção por Robô, que vale na hora. - Artigo bom = resposta boa: títulos claros, seções bem divididas e conteúdo atualizado geram citações melhores. Conteúdo velho gera resposta velha. Solução de problemas - "Publiquei ontem e o Robô não sabe": confirme que o artigo está publicado, que a conta tem pelo menos um Robô ativo e que o provedor de embeddings tem créditos. Se o artigo foi publicado depois das 05:10 UTC, ele só entra na varredura seguinte. - "Nada sincroniza, em nenhuma conta": a sincronização provavelmente está desligada na instalação. Fale com o administrador da instalação. - "Sincronizou, mas o Robô não usa": o Robô precisa estar autorizado a consultar a base de conhecimento. Revise as ferramentas habilitadas para ele. - "Um artigo antigo continua aparecendo nas respostas": é o limite descrito acima — despublicar não apaga da base compartilhada. Use a seleção por Robô ou peça a remoção da fonte. - "Não foi possível indexar" / embeddings indisponíveis: nenhum provedor de embeddings está com chave e créditos válidos. Verifique os créditos do provedor primário ou conecte uma chave alternativa em Integrações — é a mesma causa (e a mesma solução) da base de conhecimento. Veja também - Base de conhecimento e mapa do negócio (ontologia) do Cérebro - Onde cada Robô é usado: as superfícies da conta - Ferramentas do Maestro por módulo e como habilitá-las - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta

Análises consultivas e dashboards generativos do Cérebro

Visão geral O Cérebro da Conta traz duas formas de enxergar a operação a partir dos dados que a plataforma já tem: - Matriz de análise consultiva — uma aba com KPIs reais dos módulos nativos (conversas abertas, tempo de primeira resposta, tempo de resolução, CSAT, MRR, valor de pipeline do CRM, follow-ups ativos, pedidos do Catálogo e métricas de Vendas como metas, atingimento, moedas e comissões) mais séries (volume de conversas dos últimos dias e distribuição por status), cada gráfico com uma leitura consultiva de uma linha. - Dashboards generativos — você descreve em linguagem natural o painel que quer e o Maestro monta uma especificação declarativa (cards de KPI, gráficos, tabelas e um texto-resumo) já com os valores reais sobrepostos. A matriz é só leitura e está sempre disponível; os dashboards generativos você cria, revisa, salva e organiza do seu jeito. Pré-requisitos - Conta com o Cérebro da Conta habilitado. - Permissão de administrador para gerar, salvar, reordenar e descartar dashboards. Qualquer membro da conta pode ver a matriz e os dashboards salvos (leitura). - Módulos nativos ativos e com dados para os KPIs aparecerem com valores reais (por exemplo, Pagamentos para MRR, CRM para o pipeline, Catálogo para pedidos, Vendas para metas e comissões). Passo a passo Ver as análises (matriz) 1. Abra o Cérebro da Conta e vá até a aba Análises. 2. Acompanhe os cards de KPI e os gráficos (volume e status). 3. Onde houver um relatório nativo correspondente, clique no KPI para abrir o relatório com o detalhe. 4. Se aparecer o selo em cache, o motor de análise estava fora no momento e a aba mostrou um cálculo nativo de fallback — os dados continuam válidos e a aba nunca quebra. Criar um dashboard generativo 1. Vá até a aba Dashboards. 2. No campo de geração, descreva em linguagem natural o painel que quer (você também pode ditar por voz). Exemplo: "mostre CSAT, MRR e o volume de conversas das últimas duas semanas". 3. Clique em Gerar. O Maestro devolve uma especificação declarativa com cards e gráficos, já com os valores reais dos KPIs nativos sobrepostos. Revisar, salvar e organizar 1. Revise a proposta na tela (ela ainda não fica salva). 2. Clique em Salvar para mantê-la — ela vira um dashboard nativo da conta, persistido por conta. 3. Reordene os widgets (mover para cima/baixo) para ajustar o layout. 4. Salvar de novo atualiza o dashboard existente; gerar sem um id cria um novo. 5. Para remover, use o descartar (com confirmação) — é uma exclusão suave (soft-delete). Configurações & opções - KPIs nativos: conversas abertas, tempo de primeira resposta, tempo de resolução, resoluções, CSAT, MRR, valor de pipeline, follow-ups ativos, pedidos do Catálogo e métricas de Vendas. Cada um retorna 0 quando o módulo está inativo ou ainda não tem dados. - Drill-down: KPIs com relatório nativo viram link para o relatório (os demais ficam como card). - Filtros declarativos: chips (por exemplo, período/intervalo) que ajustam e regeneram o painel — disponíveis para administradores. - Layout por conta: a ordem dos widgets é personalizada por conta e espelhada no dashboard salvo ao salvar. - Proveniência (fontes): quando o resumo é embasado na sua base de conhecimento, aparecem chips de fonte; clicar abre o Corpus. - Comportamento cache-first: a aba sempre devolve um formato estável; com o motor fora, usa o cálculo nativo (selo em cache). Conta nova rende KPIs zerados e séries vazias — nunca um erro. Casos de uso - Ter uma visão recorrente da operação (CSAT, MRR, pipeline) em um dashboard salvo. - Montar rapidamente um painel para uma pergunta específica ("quero ver pedidos do Catálogo por semana"). - Combinar período com métricas para comparar janelas de tempo. - Abrir o relatório nativo direto de um KPI para investigar um número. Dicas, limites e boas práticas - Peça métricas específicas e combine com filtros (ex.: período) para painéis mais úteis. - Use dashboards salvos como a visão padrão da equipe — eles persistem por conta. - A especificação gerada só é mantida depois de salvar; se você regenerar ou sair, uma proposta não salva é perdida. - KPIs em 0 geralmente significam módulo inativo ou ainda sem dados, não erro. Solução de problemas - KPI em 0: o módulo correspondente está inativo ou ainda não há dados (por exemplo, sem assinaturas → MRR 0; sem negócios no CRM → pipeline 0). - Ação bloqueada: gerar, salvar, reordenar e descartar são só para administradores — membros têm acesso de leitura. - Perdi o dashboard gerado: a proposta não fica salva até você clicar em Salvar. - Selo "em cache": o motor de análise estava fora no momento; a aba usou o cálculo nativo de fallback e segue funcional. Veja também - Departamentos, análise de risco e insights - Copiloto generativo: propor, confirmar e executar - O que é o Maestro IA e o Cérebro da Conta

Ações por resposta: quantas coisas o Robô faz antes de responder

Visão geral Toda vez que o contato manda uma mensagem, o Robô monta UMA resposta. Para montar essa resposta ele pode precisar fazer coisas antes de escrever: consultar o CRM, buscar um produto no catálogo, criar uma oportunidade, anexar itens, registrar uma nota. Cada uma dessas coisas é uma ação. Ações por resposta é o limite de quantas ações o Robô pode encadear antes de precisar responder ao contato. Ele existe para que uma resposta nunca fique presa em um ciclo infinito de consultas — o contato receberia silêncio enquanto o Robô "pensa" sem parar. O padrão é 6, e serve bem para a maioria dos atendimentos. Pré-requisitos - Ser administrador da conta. - Um Robô já criado e conectado a uma caixa de entrada. Passo a passo 1. Vá em Configurações → Robôs e abra o Robô que quer ajustar. 2. Role até o bloco Conversa & Contexto. 3. No campo Ações por resposta, informe o novo limite (entre 2 e 20). 4. Deixe em branco para voltar ao padrão do sistema. 5. Clique em Salvar. Vale a partir da próxima mensagem — não é preciso reiniciar nada. Configurações & opções | Valor | Quando usar | |---|---| | Vazio (padrão) | Quase sempre. Cobre atendimento, dúvidas e vendas simples. | | 8–12 | Robôs que fazem processos longos numa tacada só: consultar CRM, criar oportunidade, anexar produtos, registrar nota e ainda responder. | | 2–4 | Robôs bem simples (FAQ, triagem), onde encadear muitas ações é sinal de que algo saiu do roteiro. | O número de ações realmente executadas é uma a menos que o configurado. A última rodada é reservada para o Robô escrever a resposta ao contato — é o que garante que ninguém fique sem resposta. Casos de uso - Vendas consultivas. O Robô consulta o histórico, verifica se já existe oportunidade aberta, cria a oportunidade quando não existe, anexa os produtos citados e só então responde. Aqui subir para 8–10 evita que ele fique sem fôlego no meio do processo. - Suporte objetivo. Responder dúvidas com base na Base de Conhecimento raramente passa de 2–3 ações. Manter o padrão é o certo. Dicas, limites e boas práticas - Aumentar o limite deixa a resposta mais lenta e mais cara. Cada ação é uma consulta a mais, e o Robô só escreve depois de terminar. Suba só quando houver motivo concreto. - Se o Robô acaba as ações antes de terminar, ele NÃO fica em silêncio: responde ao contato com o que já apurou e diz honestamente o que ainda está tratando. Ele nunca afirma ter feito algo que não fez. - O que ficou pendente vira uma nota interna na conversa (só a equipe vê), listando exatamente quais ações não foram executadas. Se ainda fizerem sentido, alguém faz na mão. - Resolver encerra também a saída daquele turno. Depois de resolver, o Maestro não envia uma nova frase ao contato. Isso impede que canais automáticos respondam à despedida, reabram a conversa e criem um ciclo entre robôs. A equipe continua vendo o evento nativo de resolução e uma nota de auditoria com ação e motivo em linguagem humana. - Uma nota dessas aparecendo com frequência no mesmo Robô é o sinal de que o limite está apertado para o que você pede dele — ou de que as instruções dele estão pedindo passos demais por resposta. Solução de problemas O Robô respondeu, mas não moveu o card / não criou a oportunidade. Procure a nota interna na conversa. Se ela lista a ação, o limite acabou antes. Aumente Ações por resposta ou simplifique as instruções do Robô. As respostas ficaram lentas depois que aumentei o limite. Esperado: mais ações, mais tempo antes de escrever. Volte para o padrão e suba aos poucos. O Robô diz que "vai verificar" e não volta. Ele acabou as ações no meio do caminho. A frase é honesta — ele realmente não concluiu. A nota interna diz o que faltou. Veja também - Modos de autonomia do Robô e aprovação humana (HITL) - Ferramentas do Maestro por módulo

Encerramento automático da conversa pelo Robô

Visão geral Quando o Robô termina de atender, alguém precisa dizer que aquela conversa acabou. Sem isso ela fica aberta na fila, ocupando espaço e atrapalhando a leitura dos relatórios. Encerrar a conversa quando o atendimento terminar é a configuração do Robô que resolve isso. Ela tem três valores: - Deixar a conversa como está — o padrão. Nada muda. - Marcar como resolvida — a conversa sai da fila e conta como resolvida. - Marcar como pendente (triagem humana) — a conversa sai do atendimento automático e fica esperando uma pessoa olhar. Por que isso mudou Antes, quem queria esse comportamento pedia no prompt do Robô: "quando terminar, resolva a conversa". Funcionava às vezes. O motivo é honesto: encerrar era mais uma ação disputando o orçamento de ações do turno, e quando o limite era atingido a ação era descartada em silêncio — o Robô respondia bem e a conversa continuava aberta, sem aviso nenhum. Agora quem executa o encerramento é a plataforma, depois de a resposta já ter sido entregue ao contato. Não disputa orçamento, não depende de a inteligência artificial lembrar, não se perde. Pré-requisitos - Ser administrador da conta. - Um Robô já criado e conectado a uma caixa de entrada. - Ter decidido, do lado do processo, o que significa "fim" na sua operação: resolvida ou pendente. Passo a passo 1. Vá em Configurações → Robôs e abra o Robô que quer ajustar. 2. Role até o campo Encerrar a conversa quando o atendimento terminar (fica logo acima do bloco Conversa & Contexto). 3. Escolha um dos três valores. 4. Clique em Salvar. Vale a partir da próxima resposta do Robô. Não é preciso reiniciar nada nem mexer nas conversas que já estão abertas. Configurações & opções | Valor | O que acontece | Quando usar | |---|---|---| | Deixar a conversa como está (padrão) | O Robô responde e não mexe no status. Alguém fecha na mão. | Quando a equipe quer revisar tudo antes de considerar encerrado, ou quando o fechamento já é feito por uma automação sua. | | Marcar como resolvida | A conversa sai da fila e entra nos relatórios como resolvida. | Atendimentos que o Robô conclui sozinho de ponta a ponta: dúvidas, FAQ, consultas de status, confirmações. | | Marcar como pendente (triagem humana) | A conversa sai do atendimento automático e fica aguardando uma pessoa. | Quando o Robô faz a primeira parte (qualifica, coleta dados) e alguém sempre precisa dar a palavra final. | Resolvida e pendente não são a mesma coisa — é escolha de processo, não detalhe técnico. Resolvida encerra: sai da fila e conta nos números de resolução, CSAT e tempo de atendimento. Pendente não encerra: tira do piloto automático e coloca na fila de quem revisa. Se você marca tudo como resolvida sem ninguém conferir, seus relatórios ficam bonitos e sua operação fica cega. Casos de uso - FAQ e consultas de alto volume. O Robô responde "qual o horário", "cadê meu pedido", "como cancelo" e a conversa não precisa de mais ninguém. Resolvida mantém a fila limpa. - Pré-atendimento e qualificação. O Robô coleta nome, necessidade e urgência, mas quem decide o próximo passo é o time comercial. Pendente entrega o caso pronto para a triagem sem sumir da vista de ninguém. - Operação em auditoria. Robô novo, prompt em ajuste, equipe querendo ler tudo que ele fez antes de confiar. Deixar como está até a confiança subir. Dicas, limites e boas práticas Três situações em que o Robô NÃO encerra, mesmo configurado: 1. O valor está em "Deixar a conversa como está". É o padrão — quem nunca mexeu não vê mudança. 2. O turno não entregou nada ao contato. Se o Robô não chegou a enviar uma mensagem, não há atendimento concluído para encerrar. Fechar uma conversa sem ter falado com ninguém seria pior do que deixá-la aberta. 3. O turno terminou em transferência para um humano. Se o Robô acabou de pedir gente, encerrar a conversa seria o pior desfecho possível: a pessoa que foi chamada encontraria a conversa fechada. A política de destino do handoff continua mandando nesse caso — esta configuração só age quando o turno não terminou em transferência. Limite honesto: não existe atraso configurável. O encerramento acontece logo depois da resposta. Você não pode pedir "fecha 10 minutos depois, se o contato não voltar a falar". Se o Robô fechar cedo demais, isso é auto-curável: assim que o contato escrever de novo, a conversa reabre sozinha e o Robô retoma o atendimento. Ninguém fica sem resposta por causa de um encerramento precoce. Consequência de fechar cedo: a conversa reabre, mas o ciclo "resolvida → reaberta → resolvida" aparece nos relatórios. Se você vê muitas reaberturas no mesmo Robô, o sinal não é que o encerramento está quebrado — é que aquele atendimento não termina onde você achava que terminava. Pendente costuma ser a escolha melhor nesses casos. Se você usa pesquisa de satisfação (CSAT), peça a avaliação junto com a última resposta, não depois. Uma conversa já encerrada não é o melhor momento para pedir nota. Solução de problemas Configurei "Marcar como resolvida" e a conversa continua aberta. Verifique as três situações acima nesta ordem: o valor foi salvo? O Robô chegou a enviar mensagem naquele turno? O turno terminou em transferência para um humano? Uma dessas três explica praticamente todos os casos. A conversa fecha cedo demais, antes de o contato terminar. É esperado quando o atendimento tem idas e vindas. A conversa reabre sozinha na próxima mensagem, e o Robô continua de onde parou — não há perda. Se isso incomoda a equipe, troque para pendente ou volte para deixar como está. Os números de resolução subiram muito depois que liguei. Cada encerramento automático conta. Se antes ninguém fechava as conversas na mão, o salto é real e esperado. Compare períodos com o mesmo critério antes de tirar conclusões. Não encontro o campo nas configurações. Ele aparece na configuração do Robô, para administradores. Se você abriu a tela por outro caminho ou não tem permissão de administrador, o campo não fica disponível. Veja também - Ações por resposta: quantas coisas o Robô faz antes de responder - Modos de autonomia do Robô e aprovação humana (HITL)

Onde cada Robô é usado: as superfícies da conta

Visão geral Uma conversa escolhe seu Robô pela caixa de entrada: você liga o Robô àquela caixa e ele passa a responder ali. Mas a conta usa um modelo de IA em várias outras partes, que não são conversa nenhuma: - o Cérebro (a entrevista que entende o seu negócio), - o copiloto do atendente, - o resumo contínuo das conversas longas, - o juiz de qualidade, - os dashboards generativos, - as chamadas de voz, - os embeddings da base de conhecimento. Até agora nenhuma delas tinha como saber qual Robô — e qual chave — deveria usar. Todas caíam no padrão da instalação. A seção "Onde este Robô é usado", na configuração do Robô, é onde isso se resolve: você marca as superfícies que aquele Robô deve atender, e cada uma passa a rodar com a cadeia de modelos, as chaves e a persona dele. Pré-requisitos - Ter pelo menos um Robô criado e salvo (a seção só aparece depois de salvar). Passo a passo 1. Vá em Configurações → Robôs e abra o Robô. 2. Role até "Onde este Robô é usado". 3. Marque as superfícies que ele deve atender. Cada linha explica o que a superfície faz e o que acontece se ficar vazia. 4. A mudança é salva na hora — não precisa salvar o Robô de novo. Configurações & opções A caixa de entrada é a única porta Um Robô só atende uma caixa se essa caixa estiver marcada na lista de caixas do Robô. Não há segunda porta: caixa não marcada é silêncio de verdade — a mensagem chega, é reconhecida com um "ok" técnico e nenhum turno roda. Isso mudou. Antes, uma caixa que entregava ao Maestro sem estar marcada rodava uma configuração padrão anônima — sem persona, sem instruções, com o modelo da instalação. Parecia inofensivo e não era: nada no painel dizia que aquilo estava acontecendo, e quando essa configuração anônima não conseguia responder, o contato recebia a mesma mensagem de indisponibilidade a cada nova mensagem dele. Hoje o comportamento é o que a tela promete: marcou, atende; não marcou, não atende. Uma caixa pode ficar entregando sem estar marcada por caminhos que não passam pelo formulário do Robô — o pareamento de um par híbrido de WhatsApp, um reparo de capacidade, a importação de uma conta. A plataforma reconcilia isso sozinha a cada 15 minutos: uma caixa que entrega e não tem Robô vinculado tem o bot desativado na caixa (não removido — ele continua visível ali, desligado, a um clique de voltar). Enquanto a divergência existir, o painel da conversa mostra o aviso "Caixa entregando sem Robô vinculado". A primeira entrevista do Cérebro Todas as superfícies desta lista são da sua conta: uma vez que exista um Robô, o Cérebro roda nele — é a sua conta usando a sua chave. A exceção é a primeira entrevista, e ela não é um problema de configuração: é a ordem natural das coisas, porque é a entrevista que cria o seu primeiro Robô. Nesse único momento não existe Robô da conta para conduzir a conversa, então ela roda nas credenciais da plataforma. O Cérebro avisa isso num cartão no topo da tela, com um atalho para criar o Robô antes, se você preferir — mas não bloqueia nada: exigir um Robô ali prenderia justamente quem ainda não tem nenhum. O blueprint de onboarding (o roteiro inicial personalizado) não aparece nesta lista de propósito. Ele roda enquanto a conta está sendo criada, e por isso é uma etapa da plataforma, configurada pelo operador da instalação — não uma opção da conta. Oferecê-lo aqui seria um botão que salva limpo, aparece ativo e não muda nada. Custo recorrente Resumo e juiz ficam marcados com custo recorrente. Os dois rodam muitas vezes (o resumo várias vezes por conversa; o juiz todo dia) e os dois são tarefas de compressão e classificação, que um modelo econômico faz bem. Apontar um Robô caro para eles funciona — e custa mais do que os turnos que eles avaliam. A escolha é sua; a tela só garante que ela seja informada. O juiz precisa ser independente O juiz não pode ser o mesmo Robô que produz o que ele avalia. Um avaliador que compartilha a persona e as instruções de quem escreveu não avalia o texto — ele o reproduz. A nota continua parecendo uma nota e para de significar alguma coisa. Por isso a plataforma recusa essa combinação. Transcrição: como o Robô ouve Logo acima da voz existe o campo Transcrição. Ele define o motor que transcreve os áudios que chegam para este Robô. Deixar em branco usa o padrão da instalação. Escolher um provedor muda apenas a ordem: o outro continua como reserva se o primeiro falhar. Uma transcrição que falha em silêncio custa a mensagem do contato, e nenhuma preferência vale isso. Memória: qual modelo gera os embeddings O Robô que você apontar para Embeddings decide duas coisas, e até pouco tempo decidia só uma. A chave dele já pagava cada vetor da base de conhecimento; agora ele também escolhe qual modelo produz esses vetores, no campo Memória (embeddings) do formulário do Robô. Deixe em branco para seguir a escolha da conta e, depois dela, a da instalação. O campo lista o catálogo curado, e ao lado dele Ver modelos abre o navegador ao vivo: ele pergunta ao provedor o que ele oferece hoje, então um modelo lançado esta semana também aparece. O mesmo navegador atende a transcrição, e cada linha só mostra o botão de usar quando o campo daquela modalidade realmente honra o valor. Só esse Robô é consultado: a base de conhecimento é uma por conta e não comporta dois espaços vetoriais ao mesmo tempo. O campo fica salvo nos outros Robôs, mas inerte. Trocar o modelo invalida os vetores já gravados. Mesmo entre modelos da mesma largura, os números passam a viver num espaço vetorial diferente, então a busca degrada até a base ser reindexada. A tela avisa no momento da escolha; reindexe a base depois de salvar. Um modelo cuja largura de vetor não seja a desta instalação é recusado ao salvar, com os dois números na mensagem. Não é rigor decorativo: a coluna que guarda os vetores tem largura fixa, então um modelo de outra largura salvaria limpo, apareceria ativo e seria descartado em silêncio na hora de usar. Recusar é a única forma de você ficar sabendo. Casos de uso - Uma conta com chave própria da OpenAI aponta Cérebro, copiloto e dashboards para o seu Robô principal — e passa a gastar a própria cota em vez da cota da instalação. - Um Robô econômico só para o juiz e o resumo: você cria um segundo Robô com um modelo barato e aponta só essas duas superfícies para ele, deixando o Robô caro nas conversas. - Um Robô dedicado às chamadas, com uma persona mais direta, atende o telefone quando nenhuma caixa de entrada tem Robô ligado. Dicas, limites e boas práticas - Não marcar nada é uma escolha válida. O Robô continua atendendo conversas e as demais superfícies seguem o padrão da instalação — que é exatamente o comportamento de antes. - Desligar não apaga. Uma superfície desligada continua mostrando qual Robô você havia escolhido, a um clique de voltar. Desligar e nunca ter escolhido caem no mesmo lugar, mas querem dizer coisas diferentes. - Uma superfície pertence a um Robô por vez. Se ela já estiver com outro, a linha diz quem é, e marcar aqui transfere. Solução de problemas "O Robô não responde nessa caixa, e nem erro aparece." Abra o Robô e confira se a caixa está marcada na lista de caixas. Caixa não marcada não é atendida por ninguém — nem por uma configuração padrão. O painel da conversa diz qual dos dois casos é: Sem Robô nesta caixa ou Robô desativado. "O Cérebro diz que está rodando na plataforma." Sua conta ainda não tem um Robô — e é essa conversa que vai criar o primeiro. Ao final dela o Cérebro passa a usar o modelo e a chave do Robô criado. Se preferir criar o Robô antes, o próprio cartão tem o atalho. "O Cérebro diz que não há modelo disponível." Aí é diferente: nem a sua conta nem a instalação têm uma chave de provedor utilizável, então não há com o que responder. Cadastre a chave da conta em Integrações ou peça ao operador da plataforma para configurar uma. "O juiz não deixa salvar." O Robô escolhido já atende as conversas da conta ou outra superfície. Escolha um Robô diferente — a independência é o que faz a nota valer alguma coisa. "A transcrição continua no mesmo motor." O campo exige provedor e modelo: só um dos dois é lido como não configurado, para você nunca acabar transcrevendo num motor que não escolheu. Veja também - Autonomia e aprovação humana - Base de conhecimento e ontologia

Consumo de IA: quanto a sua conta gastou, e onde

Visão geral Toda vez que a plataforma usa um modelo de IA — o Robô respondendo um cliente, um painel sendo gerado, o briefing do onboarding, o juiz de qualidade, o copiloto, uma chamada de voz — isso tem um custo em dólares, medido no momento da chamada. A aba Consumo do Cérebro reúne esses custos e responde a pergunta que aparece toda vez que chega a fatura: quanto ESTA conta gastou, e com o quê. O número não é uma estimativa. É a soma das medições feitas em cada chamada: quantas chamadas, quantos tokens entraram, quantos saíram, quantos vieram do cache do provedor (que são cobrados mais barato) e quanto custou. Pré-requisitos - O módulo Cérebro precisa estar habilitado na conta. - Você precisa ser administrador. Essa é a única leitura do Cérebro restrita a administradores, e o motivo é simples: informação de fatura é diferente de informação de atendimento. Um agente que lê a caixa de entrada não precisa ler a conta a pagar. - O serviço de IA precisa estar acessível. Se não estiver, a tela mostra um erro — nunca zero. Passo a passo 1. Abra Cérebro no menu lateral. 2. Vá até a aba Consumo. 3. Escolha o período no canto superior direito: 7, 30 ou 90 dias. A janela é a pergunta: trocar o período recarrega os números. 4. Leia de cima para baixo: - os quatro cartões resumem o período inteiro — custo, chamadas, tokens e tokens em cache — e cada um traz embaixo a média que costuma ser a próxima pergunta: custo por dia, chamadas por dia, tokens por chamada e quanto da entrada veio do cache (é o desconto do provedor: quando essa porcentagem cai, a fatura sobe sem o volume mudar); - o gráfico mostra o gasto dia a dia, com a escala à esquerda, as datas embaixo, o dia de pico destacado e, no rodapé, em quantos dias do período houve gasto — uma linha quase reta com "3 de 90 dias com gasto" é uma informação, não um gráfico vazio; - as listas abaixo quebram o mesmo total por superfície, por modelo e por Robô, cada linha com a sua fatia do total, o número de chamadas e o custo por chamada; - a seção Por conversa lista as conversas mais caras do período, com link para abrir a conversa, o custo dela, quantos turnos teve e o custo por turno. 5. Use a barra de filtros no topo para cruzar as perguntas: superfície, modelo, Robô e conversa. Os filtros combinam entre si e refazem a leitura — não escondem linhas na tela, eles mudam a consulta. Filtrar por um Robô e ver o total cair é a confirmação de que aquele Robô responde por aquela fatia. Valores abaixo de um centavo aparecem com as casas decimais necessárias (por exemplo US$ 0,004933). Uma chamada de modelo custa frações de centavo: arredondar para duas casas mostraria US$ 0,00, que se lê como "nada foi medido". Por conversa Até aqui a tela respondia "quanto a conta gastou". Por conversa responde "quanto ESTA conversa custou" — que é a pergunta que aparece quando uma conversa específica se arrasta, ou quando alguém quer saber se um atendimento saiu caro. O custo de uma conversa inclui o que ela gastou fora do turno de resposta: a transcrição do áudio que o cliente mandou, o áudio que o Robô respondeu, a chamada de voz. Antes essas coisas ficavam numa linha que não conseguia ser ligada de volta à conversa que as causou. Sub-agente e delegação. Quando um Robô delega para um sub-agente, os tokens do sub-agente já são contados no turno de quem chamou. A tela mostra a delegação para você saber que ela aconteceu, mas o custo dela não é somado de novo — somar seria contar os mesmos tokens duas vezes e inflar justamente o número que esta tela existe para ser confiável. Superfícies sem preço Nem tudo que consome IA tem tabela de preço. Transcrição de áudio é cobrada por segundo, síntese de voz por caractere, imagem e vídeo por unidade — e a plataforma não tem a tabela de preços dessas cobranças. Então elas aparecem contadas e etiquetadas, com a medição na unidade delas ("3.412 caracteres sintetizados"), e nunca como US$ 0,00. A distinção é o ponto: US$ 0,00 se lê como "isso foi de graça". Uma superfície etiquetada como sem preço se lê como "isso consumiu, e a plataforma não sabe quanto custou" — que é a verdade. O total com preço continua sendo um total confiável; ele apenas não é a fatura inteira, e a tela diz isso em vez de deixar você somar errado. Configurações & opções Não há o que configurar aqui: a aba é somente leitura. O que muda os números é o uso — quantas conversas o Robô atende, quantos painéis são gerados, se o juiz de qualidade está amostrando turnos, e qual modelo cada Robô usa. Para mudar o modelo (e portanto o custo por chamada) de um Robô, use a tela de Robôs. Para mudar quem grada a qualidade, use a atribuição de superfície do Cérebro. Casos de uso - Fechar o mês. Você recebe a fatura do provedor e quer saber quanto dela é desta conta. - Descobrir onde está o gasto. Quase sempre a resposta é "respostas ao cliente" — é a superfície que roda mais vezes. Quando não é, vale olhar: um painel gerado repetidamente ou um juiz apontado para um modelo caro aparecem imediatamente na lista por superfície. - Comparar Robôs. A quebra por Robô mostra qual deles consome mais, o que costuma refletir volume de conversa, não desperdício — mas às vezes reflete um modelo caro escolhido sem necessidade. - Ver o efeito do cache. Tokens em cache são cobrados com desconto. Um número alto ali significa que o prompt do sistema está estável e sendo reaproveitado; uma queda brusca costuma indicar que algo no prompt mudou. - Investigar uma conversa cara. A seção Por conversa ordena pelo custo. Abrir a mais cara e olhar quantos turnos ela teve separa duas causas diferentes: uma conversa longa (muitos turnos baratos) e uma conversa pesada (poucos turnos caros, normalmente modelo grande ou muito contexto). - Descobrir o custo de voz. Filtre pelas superfícies de áudio para ver quanto de transcrição e de síntese a conta consumiu — em segundos e caracteres, já que preço em dólar não existe para elas. Dicas, limites e boas práticas - Os valores são em dólar (US$). É a moeda em que o provedor cobra e em que a medição foi feita. Converter aqui para real inventaria uma taxa de câmbio que a plataforma nunca observou. - A quebra por modelo é parcial, e a tela diz isso. As respostas ao cliente são medidas sem guardar qual modelo respondeu, então o custo delas entra no total, na quebra por superfície e no gráfico diário, mas não na lista por modelo. Quando isso acontece, aparece uma linha dizendo quanto daquele total a lista cobre. Somar só a lista por modelo e achar que é a conta toda é o erro que essa linha existe para evitar. - Sem gasto no período não é erro. Se a conta realmente não usou IA, a tela explica isso. Se o serviço estiver fora do ar, ela mostra um erro com botão de tentar de novo. As duas situações são diferentes e a tela nunca troca uma pela outra. - A janela máxima é de 365 dias. Períodos maiores são recortados, não recusados. - Um dia sem gasto aparece no gráfico como um dia sem gasto — não como um buraco na linha. Solução de problemas A aba não aparece. O módulo Cérebro está desabilitado na conta, ou você não é administrador. Aparece um erro em vez dos números. O serviço de IA não respondeu. Nada é mostrado como zero de propósito: um valor inventado aqui seria pior que a ausência dele. Use Tentar de novo; se persistir, é caso para o responsável pela instalação. O total não bate com a fatura do provedor. Duas causas comuns: a fatura cobre a instalação inteira (todas as contas) e esta tela cobre uma conta; e a tabela de preços usada na medição pode estar desatualizada em relação ao provedor. Fale com o responsável pela instalação. A lista por modelo soma menos que o total. É esperado, e a tela avisa — veja "Dicas, limites e boas práticas" acima. Uma superfície aparece com chamadas e sem valor em dólar. É de propósito: transcrição, síntese de voz, imagem e vídeo não têm tabela de preço na plataforma. A medição delas está na unidade própria (segundos, caracteres, unidades). Isso é diferente de custo zero, e a etiqueta existe exatamente para você não confundir as duas coisas. As somas por superfície e por conversa não fecham exatamente. Uma conversa só aparece em "Por conversa" se o gasto dela pôde ser ligado a ela. Trabalho da conta que não pertence a nenhuma conversa — um painel gerado, o briefing do onboarding, o ciclo diário de melhoria — entra no total e nas superfícies, e corretamente não entra em nenhuma conversa. Veja também - Análises e dashboards generativos - Ajustes avançados do modelo

Qual Robô atende cada conversa

Visão geral Por padrão, quem responde uma conversa é o Robô da caixa de entrada. Isso resolve a maioria dos casos e não exige configuração nenhuma: você liga um Robô na caixa e ele atende tudo que chega ali. Só que uma mesma caixa costuma receber coisas muito diferentes. Um WhatsApp de vendas recebe pré-venda, suporte de quem já comprou e cobrança de quem está atrasado — três conversas com tom, conhecimento e ferramentas diferentes. Você já consegue mandar cada uma para um time diferente. Agora consegue mandar cada uma para um Robô diferente. Quando você define um Robô para uma conversa específica, ele substitui o Robô da caixa naquela conversa — não se soma a ele. Só um Robô responde, sempre. Pré-requisitos - O módulo do Maestro configurado na conta (Configurações → Maestro). - Pelo menos dois Robôs criados, cada um com sua persona, instruções e ferramentas. - Para trocar por automação, macro ou FlowBuilder: permissão de administrador para editar essas regras. Passo a passo Pelo painel da conversa 1. Abra a conversa e vá ao painel lateral do Maestro. 2. Clique no bloco Robô de IA desta conversa. A lista de Robôs da conta abre. 3. Escolha o Robô. A troca vale a partir da próxima mensagem do contato. 4. Para desfazer, clique em Voltar ao Robô padrão da caixa. Essa opção só aparece quando existe algo para desfazer. O bloco mostra o Robô atual e, quando ele foi definido para aquela conversa, a etiqueta Definido para esta conversa — assim você distingue "alguém escolheu este Robô aqui" de "este é simplesmente o Robô da caixa". Logo abaixo, o card Modo de autonomia permite ao administrador escolher Piloto automático, Copiloto ou Híbrido somente para esta conversa. A escolha é independente do Robô, permanece até ser redefinida e pode ser removida com Usar padrão do Robô. Por automação 1. Configurações → Automações → nova regra. 2. Escolha o gatilho e as condições — por exemplo, quando a conversa for criada e o contato pertencer à empresa X, ou quando a etiqueta cobranca for adicionada. 3. Em ações, escolha Definir o Robô de IA desta conversa e selecione o Robô. As condições são as mesmas de qualquer automação: atributos do contato, da empresa, da conversa, etiquetas, campos personalizados. É aí que mora a flexibilidade — quem decide o Robô é a condição que você escreveu, não uma regra fixa do sistema. Por macro Mesma ação, disponível na lista de ações da macro. Útil quando a decisão é do atendente: ele abre a conversa, percebe que é um caso de cobrança e roda a macro que troca o Robô. Pelo FlowBuilder A ação aparece no nó de ação do Chatwoot. Serve para fluxos que qualificam o contato primeiro e só então decidem qual Robô assume dali em diante. Pela API POST /api/v1/accounts/{account_id}/conversations/{conversation_id}/assignments Content-Type: application/json { "assignee_id": 18, "assignee_type": "AgentBot" } assignee_id é o id do Robô. Sem assignee_type, o endpoint continua atribuindo a um agente humano — o comportamento histórico dele não mudou. Por MCP A ferramenta assign-a-conversation aceita os mesmos campos. Ela vive no conjunto Conversation Assignments, que já vem marcado em Configurações → MCP. Configurações & opções | O que | Onde | Efeito | |---|---|---| | Robô da caixa | Configurações → Caixas de entrada | O padrão de todas as conversas dela | | Robô da conversa | Painel da conversa / automação / macro / flow / API / MCP | Substitui o padrão, só naquela conversa | | Voltar ao padrão | Painel → Voltar ao Robô padrão da caixa | Remove a escolha e devolve a conversa à caixa | | Autonomia da conversa | Painel → Modo de autonomia | Substitui o modo do Robô sem trocar o Robô | Casos de uso - Cobrança: quando a etiqueta inadimplente entra, a conversa passa para o Robô de cobrança, com tom e ferramentas próprios. - Cliente enterprise: conversas de contatos da empresa X vão para um Robô com instruções específicas de conta estratégica. - Pós-venda: encerrada a venda, um fluxo passa a conversa para o Robô de onboarding. - Escalonamento suave: em vez de transferir direto para um humano, passar para um Robô mais especializado antes. Dicas, limites e boas práticas - A troca vale da próxima mensagem em diante. Uma resposta que já estava sendo montada termina com o Robô anterior — trocar no meio de um turno seria pior, produziria uma resposta metade de cada um. - A conversa deixa de ter atendente humano. Uma conversa é atendida por uma pessoa ou por um Robô, nunca pelos dois. Ao definir um Robô, o atendente atribuído é removido. - A distribuição automática não rouba a conversa de volta. Uma conversa em poder de um Robô não conta como "sem dono" para o rodízio. - Um Robô desativado continua na lista, marcado como Desativado. Isso é intencional: uma escolha feita enquanto ele estava ligado precisa continuar explicável depois que alguém o desliga. Enquanto estiver desativado, a conversa volta a ser atendida pelo Robô da caixa. - A sequência de atendimento recomeça. Se o Robô anterior tinha uma sequência de etapas, a etapa em que a conversa estava é descartada e o novo Robô começa a sequência dele do início. O contrário seria pior: o novo Robô abriria no meio de um roteiro que não é dele, ou — mais provável — a etapa guardada não existiria na sequência dele e a conversa ficaria sem sequência nenhuma, sem erro em lugar nenhum. - Pausar não depende de existir um Robô nesta caixa. Pausar é sobre a conversa: enquanto ela estiver ativa, o botão está disponível mesmo que o painel diga Sem Robô nesta caixa. Isso importa no cenário exato em que mais se precisa dele — uma caixa que continua entregando ao Maestro sem Robô vinculado. Nesse caso o painel também mostra o aviso "Caixa entregando sem Robô vinculado", e a solução definitiva é marcar a caixa na lista de caixas do Robô (ou remover o bot da caixa). - O histórico da conversa é preservado. O resumo do que o contato já disse continua valendo: o novo Robô não pergunta de novo o que já foi respondido. Solução de problemas O painel diz "Sem Robô nesta caixa" mas algo está respondendo. É a divergência que o aviso "Caixa entregando sem Robô vinculado" descreve: a caixa continua entregando ao Maestro, mas nenhum Robô está vinculado a ela. Pause a conversa (o botão está disponível) e depois marque a caixa na lista de caixas do Robô — ou remova o bot da caixa em Configurações → Caixas de entrada. Troquei o Robô e nada mudou. Confira se a conversa não está pausada (o painel mostra Pausado) e se não há um fluxo do FlowBuilder com prioridade sobre ela. Nos dois casos nenhum Robô responde, independentemente de qual esteja definido. O Robô que escolhi não aparece na lista da automação. A lista traz os Robôs da conta. Se você acabou de criar um, recarregue a tela de automações. A ação rodou mas a conversa continua com o Robô antigo. Verifique se o Robô escolhido tem endereço de webhook configurado. Um Robô sem endereço não recebe mensagem nenhuma — por isso a ação recusa a troca em vez de deixar a conversa sem IA. Trocou sozinho. Procure a linha na timeline da conversa: toda troca de Robô é registrada lá, com quem fez. Se aparecer o nome de uma automação, é uma regra sua que casou com as condições. Veja também - Autonomia e aprovação humana - Ações por resposta e encerramento